quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Neste Universo o ASTEROIDE AG13 passou aqui ao lado do planeta Terra

De surpresa, um asteróide passou perigosamente perto da Terra

Foi na manhã de segunda-feira (2017/01/09 d. Cristo) que se deu a passagem de um asteroide  nas proximidades da Terra. Na verdade, o asteroide  2017 AG13 passou a cerca de 50% da distância da Lua entre a Terra e Vénus e, mais surpreendente, quase sem ninguém dar conta. Conta o Science Alert que a aproximação foi denunciada pelo Catalina Sky Survey da Universidade do Arizone no sábado, apenas dois dias antes da aproximação do asteroide. Porém, de acordo com simulações, caso o asteroide com comprimento máximo de 34 metros e uma velocidade de 16 km por segundo viesse em direção à Terra seria desfeito na atmosfera.(…) Mesmo que não tenha havido perigo, o facto de a aproximação do asteróide não ter sido notada há mais tempo indica que é cada vez mais necessário que as agências espaciais criem sistemas de deteção e de defesa eficazes para este tipo de situações.
MENTEM DESCARADAMENTE
 ou será INTENCIONALMENTE ?
A cada poucos milhares de anos, uma estrela azarada aproxima-se demasiado do buraco negro no centro da Via Láctea e é rasgada, criando uma longa corrente de gás. Uma nova investigação mostra que esse gás pode reunir objetos de tamanho planetário e lançá-los por toda a Galáxia.   “Uma única estrela despedaçada pode formar centenas de objetos de massa planetária, e nós questionamos: para onde é que vão? Quão perto ficam da Terra? E desenvolvemos um software para responder a estas questões,” afirma Eden Girma, autora principal do estudo, estudante da Universidade de Harvard e membro do Instituto Banneker/Aztlan. Os cálculos de Girma revelam que o mais próximo destes objetos de massa planetária poderá estar até a algumas centenas de anos-luz da Terra. Esse objeto terá uma massa algures entre Neptuno e Júpiter, e é brilhante, apesar de não brilhar o suficiente para ser detetado por investigações anteriores. O LSST (Large Synoptic Survey Telescope) e o Telescópio Espacial James Webb, poderão ser capazes de avistar estes estranhos objetos cuspidos pelo Sagitário A* (um buraco negro gigante no centro da Via-Láctea). Os cientistas também descobriram que a grande maioria dos objetos de massa planetária ( 95% ) deixará a Galáxia devido à sua velocidade de aproximadamente 10.000 km/s. Dado que a maioria das outras galáxias também têm buracos negros gigantes nos seus núcleos, é provável que o mesmo processo também ocorra nas mesmas. “Outras galáxias como Andrómeda estão a “cuspir” estes objetos constantemente na nossa direção,” destaca o co-autor do estudo, James Guillochon. Embora possam ser de tamanho planetário, estes objetos são muito diferentes de um planeta normal  (são feitos de material estelar) e, como podem desenvolver-se a partir de diferentes partes da antiga estrela, as suas composições podem variar. Os objetos também se formam muito mais rapidamente do que um planeta normal. É preciso apenas um dia para o buraco negro destruir a estrela e apenas cerca de um ano para os fragmentos resultantes se aglomerarem novamente. Isto contrasta com os milhões de anos necessários para formar um planeta como Júpiter. Uma vez lançado, um destes objetos levaria cerca de um milhão de anos até chegar à Terra.   O desafio será diferenciá-los dos planetas errantes que não orbitam nenhuma estrela e flutuam livremente no espaço. “Apenas um entre mil planetas errantes será um destes bichinhos de segunda geração”, conclui a investigadora Eden Girma. [ Oh Eden Girma, então e o AG13 que passou perto do Planeta Terra nesta segunda-feira (2017/01/09 d. Cristo) não o conseguiste identificar  ou… Prever ??? => DEIXA-TE DE TRETAS; O Universo está em constantes mutações que nenhum mortal consegue perceber (…) ]

 

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