segunda-feira, 29 de setembro de 2014

AUTISMO * Ok, digam-me o que é ?!...

 
AUTISMO ( Digam-me o que é ?! [ Pois “eles” CDC (sigla em inglês para Centro de Controlo e Prevenção de Doenças) dizem que é uma disfunção global do desenvolvimento, que é uma alteração que afecta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas respostas). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes conhecidas como transtorno global do desenvolvimento (TGD).   MENTIROSOS L ]Vídeo traduzido sobre a recente exposição da relação entre a vacina tríplice (Sarampo, Rubéola, Papeira) e o autismo, habitualmente recomendada aos 2 meses. )  e… a relação entre a vacina tripla   (Sarampo, Rubéola e Papeira), habitualmente recomendada aos 2 meses !!!    
MANIPULAÇÕES DEPOIS DAS CRIANÇAS NASCEREM  LLL

 
A consciência (SER INTERIOR) de alguns lá vai falando e, a verdade lá vem vindo  ...  

simplesmente Zé

“DIRECTOR DO CDC CONFESSA A FRAUDE DA VACINA”
 Vídeo:
 

 
Caso no “youtube” continuem a achar o vídeo impróprio L
ESTÁ AQUI.
 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

ENSINO RESPONSÁVEL PREPARA BONS CIDADÃOS




Devemos meditar nestas palavras, de forma crítica, e com vontade de melhor compreensão do problema do ensino.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

... O CONTROL DOS ALIMENTOS ...

O site "Food for Thought" (alimento para o pensamento) reuniu as 10 principais empresas que controlam o mundo da alimentação, tendo por base o relatório de 2013, da Oxfam International (confederação de 13 organizações e mais de 3000 parceiros, que actua em mais de 100 países). O relatório é fruto de uma investigação às políticas de funcionamento adotadas pelas empresas alimentares, ou seja, ao impacto das mesmas nas condições de trabalho dos funcionários, no meio ambiente, nas dietas, nos fornecedores, etc. Disponibilizando informações como as receitas de cada empresa e o seu lucro líquido, o site decidiu reunir informações base sobre cada uma delas. Numa entrevista, o diretor do departamento de sector privado da Oxfam, nos EUA, discutiu o impacto que essas 10 empresas têm no mundo.
"Se olhar para o sistema global alimentar (...) apenas um punhado de empresas pode ditar as escolhas alimentares, os fornecedores e a variedade de consumidores"
disse Chris Jochnick.
1º - Associated British Foods => Com sede em Londres, a Associated British Foods consiste numa empresa multinacional de produção de alimentos, que tem marcado presença em mais de 46 países. Com receitas a rondar 15.8 mil milhões de euros a divisão de alimentação da empresa é considerada a maior do mundo. Esta opera fábricas de açúcar, vende produtos alimentares a clientes diretos, assim como, a indústrias, e fabrica produtos de consumo, como o chá Twinings e o óleo Mazola. Dona de marcas como a Primark, Ovomaltine e a Fleischmann, o lucro da multinacional é de 628 milhões de euros.
2º - Coca-Cola => Com lucros de 6.4 mil milhões de euros, a Coca-Cola está entre as marcas mais valiosas e famosas do mundo. No total, as vendas da coca-cola, ou seja, as receitas, chegaram aos 35.2 mil milhões de euros. Ao longo dos anos a marca tem apostado em inovar, e também, em apoiar diversas causas. Nomeadamente, a desigualdade feminina. Esta tem proporcionado trabalhos igualitários a mulheres que trabalham em fábricas de produção.
3º - Grupo Danone => Sendo a maior vendedora mundial de produtos lácteos, a empresa Francesa tem receitas de quase 22 mil milhões de euros. No que diz respeito ao mercado de vendas o seu maior consumidor é a Rússia, seguida da França, dos EUA e da Indonésia. Para além da venda deste tipo de produtos, a Danone está entre os maiores vendedores mundiais de produtos para bebés no início de vida, assim como, águas engarrafadas. Os lucros do grupo rondam 1.5 mil milhões de euros.
4º - General Mills => Betty Crocker, Green Giant e Pillsbury são algumas das marcas mais conhecidas nos EUA que pertencem à General Mills. Com receitas que chegam quase aos 13.5 mil milhões de euros, a empresa teve das pontuações mais baixas por parte da Oxfam no que diz respeito às suas políticas referentes às alterações climáticas. Recentemente a General Mills anunciou algumas iniciativas que visam a redução de emissões de gases que causam o efeito de estufa, e uma maior transparência nos negócios com os fornecedores. Os lucros da empresa são de 1.3 mil milhões de euros.
5º - Kellogg Company => A Kellogg Company diz respeito a uma multinacional americana produtora de cereais como o "Frosted Flakes". Contudo, em comparação com as principais empresas de alimentos esta é a que regista, em termos de receitas, os valores mais baixos - 11.1 mil milhões de euros. Sendo uma das principais empresas produtoras de cereais do mundo e a segunda maior produtora de biscoitos, esta possuiu um grande número de marcas bem conhecidas, como a Keebler e a Pingles. Ao todo, a empresa produz mais de 1 600 alimentos diferentes comercializados em mais de 180 países. Os lucros chegam aos 1.3 mil milhões de euros. Apesar das baixas qualificações por parte da Oxfarm, a Kellogg pretende reduzir as emissões de gases.
6º - Mars Incorporated => Mars Incorporated é uma fabricante mundial de doces, rações para animais e outros produtos alimentares. Pertencendo à família Mars, esta diz respeito a uma mas maiores corporações privativas dos EUA. Com receitas a rondar 24.8 mil milhões de euros, a empresa é proprietária de algumas das marcas de chocolate mais populares do mundo: M&Ms, Milky Way, Snickers e Twix. Atualmente a Mars é a maior compradora de cacau do mundo. Contudo, os seus lucros não são conhecidos. Relativamente às suas políticas ambientais e de fornecedores, a empresa regista as pontuações mais baixas por parte da Oxfam.
7º - Mondelez Internacional => No ano de 2012 a Kraft Foods foi dividida em duas empresas independentes, a Kraft Foods Group e a Mondelez. Enquanto que o grupo Kraft Foods ficou com as marcas norte-americanas de supermercado, a Mondelez lançou-se nas marcas de doces, ou seja, a Cadbury, a Nabisco, a Oreo, a Trident, entre muitas outras. As receitas da empresa são de 26.5 mil milhões de euros, e os lucros 2.9 mil milhões. De acordo com a Oxfam, a Mondelez recebeu notas baixas relativamente às suas politicas face aos fornecedores e trabalhadores, assim como, questões ambientais.
8º - Nestlé => Das 10 principais empresas no mundo dos alimentos, a Nestlé consiste na maior com mais de 77.9 mil milhões de euros em receitas. Esta é, também, a empresa com melhor avaliação no que diz respeito às políticas adotadas. No relatório de 2013, a Oxfam destacou os esforços da Nestlé aquando da descoberta de abusos trabalhistas na cadeia de fornecimento de cacau na Costa do Marfim. Esta recebeu a pontuação mais alta relativamente à transparência de negócios, uso de água, e questões climatéricas. O lucro da empresa é de 8.4 mil milhões de euros.
9º - PepsiCo => A empresa PepsiCo - para além de possuir marcas de refrigerantes, como a Pepsi, Mountain Dew e Gatorade - controla marcas de alimentos como a Doritos, Quaker e Tostitos. Com receitas que chegam aos 49.9 mil milhões de euros, a PepsiCo representa uma das maiores anunciantes do mundo, pois a Pepsi é uma mas marcas mais valiosas. Apesar de ter um lucro de 5 mil milhões de euros, a empresa recebeu uma pontuação relativamente baixa em pelo menos uma área, por parte da Oxfam. Essa área consiste na responsabilidade de a empresa produzir produtos mais saudáveis.
10º - Unilever Group => Com sede na Holanda, os produtos da Unilever dizem respeito a alimentos e bebidas, tento também uma vertente ligada a produtos de uso pessoal. Com receitas de 51.5 mil milhões de euros, a empresa é proprietária de marcas como a Lipton, Bem&Jerry, Hellmann, entre outras. Dada a sua preocupação no que diz respeito a questões politicas relacionadas com o meio ambiente, trabalhadores e fornecedores, a Unilever Group registou a melhores classificações pela Oxfam. Com exceção da Nestlé, que na sua classificação global ficou no pódio das 10 empresas. O lucro da empresa é de 5 mil milhões de euros.
 
VÍDEO alimento para o pensamento:

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CONVERGÊNCIA DAS CIVILIZAÇÕES


Na humanidade, como em qualquer parcela da Natureza, tudo muda e nada se repete «a papel químico». A mudança raras vezes é fácil e não é sempre bem aceite pelos que a ela são obrigados, mas acaba por se concretizar, melhor ou pior. Eas pessoas para simplificara vida e o seu trabalho desenvolvem a ciência e a técnica e criam ferramentas que facilitam as tarefas mais árduas e dão visibilidade à mudança.

No entanto, há valores de convivência social que são sempre válidos e é lamentável que alguns sejam menosprezados no caminho da modernização.

No caminho das mudanças e da modernização, a história recorda-nos que das tribos que, para sobreviverem, tinham de guerrear entre si para a a obtenção e a defesa de recursos, passou-se às nações e, depois, aos estados que congregam pessoas de diversa origem, com hábitos e costumes diferentes mas que se adaptar a conviver em convergência de actividades para objectivos comuns.

Devido às tecnologias da comunicação, em modernização acelerada, as pessoas de todos os continentes sentiram haver vantagem numa convergência para a Paz e o Desenvolvimento e criaram a Sociedade das Nações e, depois, a Organização das Nações Unidas e, recentemente, começou a desenvolver-se a ideia da aldeia global e, até, de uma república mundial única, numa sintonia total dos esforços da Humanidade. Certamente esta República pouco teria de democrático.

Independentemente de congeminações mais ousadas, já começa a sedimentar a noção da conveniência de os Estados resolverem os seus conflitos pela via diplomática e abandonarem o hábito desumano do recurso ao poder militar, por ser destruidor de pessoas, de património e de recursos naturais. E, depois de iniciado, fica difícil de controlar e com tendência de escalada de violência.

No entanto surgem tentativas de radicais islâmicos, saudosistas de glórias do passado e da ambição de poder surgida após 632 (falecimento do profecta). Agora surge a intenção de criar um Estado Islâmico. Não é novidade na história universal, mas será mais um facto a ilustrar a história. Talvez sem continuidade. Vem em sentido contrário ao da evolução da convivência das civilizações em que é desejável a convergência para uma vida pacífica e harmoniosa em que o respeito to mútuo, a aceitação dos gostos do vizinho, a vida harmoniosa para a Paz e a Tranquilidade de todos, gerando condições de progresso.

Samuel Huntington, há 18 anos alertava para o perigo de um eventual choque de civilizações, como cita o General Loureiro dos Santos em artigo do Jornal Público de 21 de Agosto.

A Nova Ordem Mundial deve assentar nos condicionalismos actuais para, a partir deles, desenvolver uma Humanidade mais pacífica e, para isso, não pode destruir os progressos de séculos para regressar a situações conflituosas já ultrapassadas. Para construir um futuro melhor para toda a Humanidade, há que escolher, de entre as vias possíveis, aquela que for melhor, com menos inconvenientes e mais vantagens para as pessoas, a fim de criar uma Nova Era em que as pessoas possam ser mais felizes e solidárias.

´È nesse sentido que que deve ser interpretado o movimento referido no artigo «oposição ao projecto do califado está a aumentar».

A João Soares

Imagem de arquivo