domingo, 28 de abril de 2013

O IDIOMA CAVAQUÊS ABUSA DO ECONOMÊS


A noção de liberdade de expressão, de «transparência democrática» de explicação, de auscultação da opinião popular, de fomento da confiança e esperança com base em esclarecimento geral e verdadeiro não aconselha a utilização de códigos profissionais.

Antes de continuar e para aliviar a tensão, o Amigo José, militar, há dias lamentava a desconfiança e implicação da mulher que o levava a ter de lhe fazer todos os dias o SITREP e, mesmo assim, ela não ficava tranquila. Um dos presentes ficou cheio de curiosidade e perguntou, um pouco tímido: «Que raio de modalidade de carícia ou de posição é essa?». O José ficou surpreendido com a ignorância do amigo e explicou que é o «SITuation REPort», relatório da situação que, no caso, era a descrição de todos os seus movimentos e de tudo o que fez desde que saiu de casa até regressar.

Vejamos o que escreveu a professora Joana Amaral Dias no seu artigo no Correio da Manhã de ontem:

Cavaquês

A segurança jurídica e a competitividade e previsibilidade fiscal são elementos decisivos para as decisões dos agentes económicos e, logo, para o crescimento disse o Presidente da República no discurso do 25 de Abril.

A tinta que já correu sobre tal elocução: facciosa, paradoxal, divisionista. Mas já repararam no quão mal escrita está? Para quê tanta conjunção aditiva na frase citada, por exemplo? Para quê "decisivos para as decisões"? Não podia ser cruciais para as resoluções? Determinantes para os juízos?

Enfim, a coisa está pejada destas deselegâncias. Mas a maior de todas é o economês. Por alma de quem é que um PR, de todos os portugueses, no 25/04, enche 4 folhas A4 com expressões como "rácios de solvabilidade", "superavites primários" "desalavancagem dos bancos", "défice primário estrutural", "rácio da dívida pública", "pacotes normativos six-pack" e "two-pack" . Só lhe faltou citar Kant, Habermas, Arendt, como a Presidente da AR. Para que serviu o exibicionismo vernacular? Para ninguém entender? Ou teremos outro candidato a Ministro da Economia? Também tu, Cavaco? Ou, afinal, será mesmo das finanças?

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REFORMA DO ESTADO DIVIDE O GOVERNO


Num momento em que é defendida a conveniência de consenso entre as diversas forças políticas para que todos os esforços venham a  convergir no mesmo objectivo, verifica-se que tal consenso nem sequer existe dentro do próprio Governo onde Gaspar abre guerra "duríssima", querendo impor, com teimosia obsessiva, medidas gravosas para os cidadãos que contribuirão para o agudizar da austeridade excessiva de péssimos resultados.

Perante esta insistência na «continuidade» e «estabilidade» em erros já assumidos, como é que se pode esperar consenso com os partidos da oposição e conseguir a adesão dos restantes parceiros sociais? Consenso não pode significar submissão a uma imposição autoritária e inflexível.

O facto de haver seis ministros contra novas medidas de estratégia orçamental é um sinal positivo de que esses seis pensam e não estão na reunião para ver passar os comboios. Estes não alinham no fenómeno que ocorreu num Congresso do PSD em que foi votada por unanimidade uma proposta, depois apelidada de «lei da rolha» e que, depois, também por unanimidade, todos se confessaram arrependidos de a aprovarem.

Atenção, senhores ministros, já que não gostam de ouvir o povo e aqueles que procuram traduzir os seus desagrados, façam o grande favor de prestar atenção aos alertas do comentador da vossa área, Marques Mendes que avisa “pode haver ruptura” no Governo se reforma do Estado não for “gerida com cuidado”

Estamos num momento perigosos em que a corda já não aguenta ser mais esticada e a ruptura será altamente danosa para os portugueses que têm vindo a ser demasiado sacrificado, nos últimos dois anos. E falem claro, sem exageros do uso do «economês», para aliviar a ansiedade e o «stress pré-traumático», nas pessoas que são vítimas dos erros dos governantes.

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ELES SABEM MAS NÃO QUEREM ?


É bem conhecida a expressão «Querer é poder». Ela encerra a relação sequencial entre a informação, o querer, o poder, a acção e os resultados.

Do conjunto dos discursos lidos hoje na AR em comemoração do 39ª aniversário do 25 de Abril, verifica-se existir um conhecimento perfeito dos maus e dos bons caminhos para conseguir os mais altos interesses nacionais. Dessa forma, o poder executivo tem ao seu alcance todo o saber necessário para decidir, de modo a evitar as más soluções, de resultados indesejados, e poder optar pelas melhores. Parece ser veleidade desnecessária dos comentadores fazer sugestões ao Governo com intenção de o estimular a observar os diversos factores implicados nas decisões necessárias para o crescimento e desenvolvimento de Portugal e para a melhoria do Bem-Estar dos cidadãos.

Mas se, apesar de poderem dispor de todo o saber, como se compreende que não queiram, pois se quisessem podiam, segundo o velho refrão? Será que não querem ou são obrigados a não assumir que querem? Haverá, como por vezes se ouve e lê, poderes não democráticos, ocultos, misteriosos, não confessados que condicionam e dominam o Poder executivo? Será verdade que as guerras em que os EUA se metem são instigadas pelos industriais de armamento, como insinuou Dwight D. Eisenhower? Terá fundamento ou será aleivosia o dito de que os governantes agem em função da vontade de quem por trás da cortina lhes puxa os cordelinhos e os impede de desempenhar, cabal e responsavelmente, aquilo que deles se espera?

Será esta a explicação do fenómeno aparente de eles saberem mas não quererem?

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

DE BOAS INTENÇÕES ESTÁ O INFERNO CHEIO



Estamos cansados, muito cansados, de promessas e boas intenções, sem vermos resultados. A razão é simples, pois não são as intenções fantasiosas, irreais, que melhoram a situação do País, sendo indispensável competência, capacidade, para estudar objectivamente cada problema e procurar a solução mais adequada, com simplicidade, economia de meios (incluindo tempo) e sem efeitos laterais negativos. A complexidade da gestão de um país, desde a organização estrutural às condições de vida nas massas mais carentes, não se compadece com palpites «iluminados» surgidos em sonhos e ficções de «sábios» vaidosos e prepotentes.

O estudo dos problemas deve ser seguido de soluções coerentes com os objectivos de longo prazo, tomada de medidas de reforma estrutural adequada, tendo em vista resultados práticos com os mínimos custos para os cidadãos, implementação controlada para que as mínimas arestas sejam limadas com eficácia e oportunidade.

Apesar das sucessivas promessas destes dois anos, por mais que se mudem as palavras e se insiram vocábulos novos não deixa de haver sinais persistentes do agravamento da espiral recessiva, como mostram as notícias que referem o aumento da dívida pública de 131 milhões de euros por mês, que nos informam de que a actividade económica perfaz dois anos com quedas consecutivas, o desabafo de um economista com larga experiência em cargos de responsabilidade que nunca, na sua vida, assistiu a um momento tão preocupante do país. E não pode deixar de se transcrever dois parágrafos de uma crónica de conceituado especialista sobre as gorduras do Estado, para cujo corte ainda não houve coragem:

(...) Nesse obscuro Estado paralelo estão, por exemplo, as cerca de 14 mil entidades que vivem, no todo ou em parte, à custa do Orçamento do Estado. Segundo Miguel Frasquilho (SOL, 28.08.12), citando o Prof. J. Cantiga Esteves, aí se encontravam 356 institutos, 639 fundações e 343 empresas. A despesa com as fundações e as empresas municipais já começou a ser atacada, mas, no caso das primeiras, de forma atabalhoada.

Sobram inúmeros observatórios, muito deles de pouca ou nula utilidade; segundo o manifesto, são «um dos mais notáveis frutos da forte dinâmica reprodutiva dos burocratas». Acrescentem-se estruturas de missão, agências, comissões ‘ad hoc’, organismos sobrepostos da Administração Pública, os escandalosos benefícios (à custa do contribuinte) das parcerias público-privadas rodoviárias (só em parte cortados), as rendas ainda excessivas do sector energético, etc. As gorduras do Estado não serão, afinal, tão irrelevantes como alguns dizem.(...)


Enfim, o país não cresce com apenas «boas» intenções, por mais aliciantes que se apresentem.

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O “génio” do MAL neste "AGORA"

A FOME é UM DOS MUITOS MÉTODOS QUE A N.O.M.
( Nova DESOrdem Planetária ) ESTÁ A UTILIZAR  L
TÊM LÁ VÁRIOS “posts”  que podem decifrar o que REALMENTE SE PASSA !

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Militares, juntem-se ao povo !

Temos assistido nas últimas semanas a uma avalanche não só de denúncias e condenações da política apelidada de austeridade, conduzida pelo governo da coligação Social-Democrata e Democrata-Cristã, mas também de apelos à demissão do governo e à realização imediata de novas eleições, consideradas estas o ponto alto e o julgamento supremo dos regimes autodenominados de democráticos.
O momento é propício e crítico para regressarmos a esse conceito que se encontra na base das sociedades modernas: o de “Democracia”. Porque, se o facto de os eleitores depositarem o seu voto na urna ser apontado como o julgamento democrático de recusa ou aceitação das políticas duma equipa governativa cessante e eventual voto num novo governo para alterar essas políticas, estamos hoje por demais esclarecidos que tal não tem acontecido, de todo, nas últimas décadas da nossa jovem “democracia”.
Quando chegamos ao ponto de um programa eleitoral ser inteiramente rasgado e reescrito, após as eleições, com tudo o que há de contrário ao anunciado pela própria equipa governativa, acordamos com espanto e revolta e perguntamo-nos: “É isto a Democracia?”.
E ainda, passado mais de um ano duma governação desastrosa e claramente esmagadora da economia, que outra coisa não é senão a vida das pessoas, se continua a persistir teimosamente numa via que até os antigos correligionários desta senda destruidora já clamam eufemisticamente ser “um erro colossal”, persistimos em perguntar:
“Onde está a Democracia?”
Sim, onde está essa fórmula mágica e milagrosa que exprime a vontade de todo um povo, a que chamávamos “Democracia”? Não a encontramos, mas aprendemos que “Democracia” É:
• Dirigir todo um povo retirando-lhe a capacidade de escolha pela desinformação, pela manutenção de baixos níveis de instrução, por altos níveis de intoxicação mediática.
• “Democracia” é desviar os impostos para rendas dos grandes grupos económicos e agências financeiras, para operações ruinosas e desvios dos fundos públicos, para as mordomias e para a corrupção.
• “Democracia” é manter um emaranhado de leis, geridas por um sistema judiciário inoperante, onde a justiça só aparenta funcionar para os poderosos e passa em branco a alta corrupção.
• “Democracia” é destruir o Estado Social, duramente construído pelo trabalho e contribuições do povo português, ao longo das últimas décadas.
• “Democracia” é rasgar o contrato assumido com os reformados e pensionistas que descontaram ao longo de décadas, retirando ilegalmente os direitos adquiridos com o suor do seu rosto.
• “Democracia” é descapitalizar e destruir a classe trabalhadora, em nome do pagamento duma dívida que a mesma classe trabalhadora não contraiu e apenas serviu para engordar as altas esferas governativas e a Classe Dominante.
• “Democracia” é ignorar a Constituição da República Portuguesa, no que ela contém de mais humanamente essencial no domínio da Educação, da Saúde, do Apoio Social.
E se, a tudo isto, insistirem em chamar “Democracia”, resta-nos ainda o “direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os nossos direitos, liberdades e garantias, como consta num dos artigos, o 21º, que ainda não conseguiram retirar e alterar na nossa Constituição.

TEMOS AINDA DO NOSSO LADO A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA.

TEMOS AINDA A FORÇA DO 25 DE ABRIL DE 74
(Declaração Política apresentada por Teresa Delgado )


Verdadeiros HOMENS & MULHERES Juntem-se ao povo !

E abandonem as comemorações oficiais deste 25 de Abril !

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N39713

BASTA DE EMBUSTES !

domingo, 21 de abril de 2013

PASSOS EMENDA ERRO ANTIGO. SERÁ QUE AGORA ACERTA?


A notícia Berta Cabral substitui Paulo Braga Lino na Defesa não surpreende quanto à segunda parte do título, porque não é fácil esquecer os pormenores das notícias relativamente recentes (com cerca de cinco semanas), relacionadas com o governante agora substituído, intituladas Governante usa carro do Estado para fins particulares e Secretário de Estado diz não usar viaturas oficiais para fins particulares. Ele podia ter usado uma desculpa, mesmo que «esfarrapada», mas preferiu mentir descaradamente, quando os jornalistas tinham pormenores de que, de acordo com o texto do jornal, não estava a falar verdade.

Será que podemos acreditar nos governantes? Será que os militares não devem, desde já, reclamar a revisão de todas as determinações decididas por Paulo Braga Lino? Será que a Justiça não deve investigar todos os seus actos, inclusivamente os eventuais negócios entre a sua empresa, Fundição Felino, em Ermezinde, e o Estado, bem como as eventuais relações de amizade, cumplicidades e conivências entre ele e o Ministro das «five stars»?

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Verdadeiros HOMENS e MILITARES

José Luís Arnaut afirmou segunda-feira (2013-04-15), no programa Conselho Superior da Antena 1, que o ministro da Defesa tem falta de preparação democrática. O antigo ministro-adjunto de Durão Barroso criticou também Aguiar-Branco por não ter ouvido o Parlamento sobre a reforma das Forças Armadas.
A Defesa é uma matéria de Estado e vai para além dos partidos. Uma reforma destas, sem uma consensualização no Parlamento, e apresentada desta forma publicitária, não é uma reforma estrutural, e não poderá ter a perenidade e a longevidade que é desejável com a estabilidade que as Forças Armadas nos merecem e que estão habituadas a ter do ponto de vista democrático”, afirmou Arnaut, que considerou ainda que o ministro rompeu com a tradição que se mantinha desde o 25 de Abril de ouvir o parlamento acerca desta questão.
No mesmo programa, Arnaut disse também que “esta reforma, [das Forças Armadas] foi feita quando se estava a discutir o Conceito Estratégico de Defesa Nacional, foi apresentada aos portugueses de supetão, sem sequer o PS, o Parlamento ou o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa ter sido consultado”.
Arnaut, que já presidiu à comissão de defesa dos negócios estrangeiros, pensa ser “preocupante” que Aguiar-Branco mostre “falta de preparação democrática”.


COMO PODEM VERIFICAR esta “gente” não só rompe com a tradição democrática do pós 25 de Abril 1974, como impunemente VIOLAM TODOS OS PRINCÍPIOS e VALORES arrastando de uma forma inepta PORTUGAL para o ABISMO.
Desta forma apraz-me oferecer as devidas insígnias a este(s) senhor(s):
 

Deixando uma quadra, de um militar (J. Caniné) que um certo dia "lhe saiu das entranhas”:

Ergue-te Homem, pede a Lua,

Com Alma grande, com Fé;

Nem sempre ela será tua,

Mas, de rastos, nunca é!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

PASSOS E OS SEUS PASSES DE MÁGICA


Passos tem sido um persistente «aprendiz de feiticeiro», de ilusionista, de prestidigitador ou de mágico. Ganhou as eleições com promessas que depois não procurou cumprir nem poderia cumprir, por não serem viáveis. Mas isso teria acabado, como é habitual, depois da contagem dos votos. No entanto, nesse momento, careceu de perspicácia para ver que a sua vida iria ser diferente ao assumir a responsabilidade de governar, para o que é conveniente a transparência, a verdade, a sensatez, o contacto com as realidades.

O resultado foi teimar com as promessas e com as previsões «asseguro que…», «garanto que…», «custe o que custar» e, por isso, os desaires sucederam-se, reduzindo o poder de compra, secando a actividade económica, levando empresas à falência e criando uma espiral de desemprego e de recessão que ainda não deixou de ser aflitiva para a grande maioria dos portugueses, que continuam sem ver uma luz ao fundo do túnel.

De vez em quando, faz mais um passe de mágica e tira mais um coelho da cartola, para iludir o povo, como tem sido seu timbre, e diz que quer aproximar salários do público e do privado.

Será bom que comece a explicar as suas fantasias, para que haja quem possa acreditar nelas, com alguma ponta de razão e de confiança. Será que tal convergência se irá aplicar aos motoristas dos gabinetes que ganham mais do que um técnico superior com 40 anos de carreira e passarão a receber o mesmo que um seu colega da administração de uma empresa privada?
Ou será que vão ser equiparados os salários de especialistas e assessores recém licenciados, contratados para os gabinetes com vencimentos que chegam a atingir cinco mil euros mensais, mais mordomias aos dos técnicos superiores da função pública ou da actividade privada?

Como nem todos os cidadãos são desprovidos de inteligência e gostam de compreender as palavras dos governantes e o uso dado ao dinheiro dos seus impostos, será conveniente evitar deitar «fumaça» para os olhos dos eleitores e dos contribuintes.

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sábado, 13 de abril de 2013

Estes "senhores" riem de TODOS NÓS


HÁ UM (h)omem
QUE NA RTP1 DIZ A VERDADE

 
mas a rir-se de TODOS NÓS L
Gamar com Style
Passos Coelho e C. la :
E uma ideia para reciclar
esta gentalha:

video

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Filme: O MENDIGO & O PADRINHO


UMA “MOEDA” COM DUAS FACES

Ponham bem os olhos nesta reformada CINCO ESTRELAS.
A classe média está a perder poder de compra, porque não sabe ou não quer investir. !!!
Aprendam com quem sabe:
A casinha no Algarve e a reforma são dados pessoais e ninguém teria que meter o bedelho, não fosse o caso do seu esposo, o reeleito Presidente da República, ter explicitamente referido a situação de que a sua esposa tinha apenas 800 euros de reforma.
 
OK VEJAM A DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS de MARIA CAVACO SILVA:

- BCP: Conta à ordem nº 882022 (1ª Titular) - 21.297,61 Euros;
- Depósito a prazo: 350.000,00 Euros (vencimento04/04/2011);
- BPI: Conta à ordem nº 60933.5 - 6.557 Euros;
- Depósito a Prazo: 140.000,00 Euros (Juro 2,355%,vencimento em 21/02/2011);
- Depósito a Prazo: 70.000.00 Euros (Juro 2.355%,vencimento em 20/03/2011);
- PPR: 52.588,65 Euros;
 
 Acções detidas:

BPI - 6287;
BCP - 70.475;
BRISA - 500;
COMUNDO - 12;
ZON ? 436;
Jerónimo Martins - 15.000;
- Obrigações BCP FINANCE: 330 unidades (Juro Perpétuo 4.239%);
 
FUNDOS DE INVESTIMENTO:

- Fundo AVACÇÕES DE PORTUGAL - 2.340 unidades;
- Milenium EURO CARTEIRA - 4.324.138 unidades;
- POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND - 118.841.510 unidades !!!
 
Para uma "professora reformada" com 800 euros esta poupança é... simplesmente incrível não acham???
 
 
Que pobrezinhos que eles são...

sábado, 6 de abril de 2013

(...) A NOVA PIDE/DGS => S.I.I.C.

Está em implementação o:
 Sistema Integrado de Informação Criminal
aprovado pelos "partidos do poder" com o indisfarçável propósito de controlar politicamente a investigação criminal e as informações que esta produz, aproveitando-as para fins que a Constituição não permite, como a "prevenção de ameaças graves e imediatas à segurança interna", conceito que, como temos visto, hoje tudo abarca, até meras manifestações cívicas.
Este sistema é "coordenado" por um secretário-geral que depende directamente do Primeiro Ministro. O Governo, que não pode ter acesso aos inquéritos-crime, administra a base dos dados que os mesmos produzem!
O Ministério Público, que por imposição constitucional dirige a investigação criminal e a quem todas as polícias criminais devem obediência funcional, está afastado da direcção deste sistema, tendo até um acesso muito mais limitado do que qualquer polícia.

Uma aberração que deve merecer a maior preocupação!
In Correio da  Justiça:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/a-aberracao005501767



E ABERTAMENTE… L
PORTUGAL, NESTE CASO, É O 1º da moribunda U.E.  L

Sistema de Informação Schengen criado por Portugal em vigor a partir de hoje 2013-04-09

O Sistema de Informação Schengen (SIS) de Segunda Geração entra em vigor hoje em Portugal, o primeiro país membro da União Europeia (UE) a utilizar a nova solução tecnológica, aplicada na prevenção e na luta contra a criminalidade.
Desde 2011 que a UE desenvolvia uma versão atualizada do SIS, uma base de dados que permitem às autoridades dos países do espaço Schengen a troca de informações sobre pessoas e bens, nos controlos nas fronteiras e nas verificações e outros controlos de polícia em território nacional.

No entanto, o projeto registou atrasos e a presidência portuguesa do Conselho da UE, em 2007, apresentou uma solução tecnológica (SIS II), concebida entre o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e empresas nacionais, que permitiu a adesão de treze novos estados-membros da Europa central e de leste e estados associados ao espaço Schengen.

Agência Lusa   2013-04-09   D. CRISTO





VÊ O QUE REALMENTE SE PASSA:
(Aqui tens vários “posts”  onde te podes esclarecer…)


 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

BOY de Carlos Moedas

 
Ver:
Diário da República, 2.ª série — N.º 56 — 20 de março de 2013
SEM COMENTÁRIOS… L

ACABARAM-SE AS GRANDOLADAS DO RELVAS !!!


Convém não deixar de ler os artigos seguintes. Faça clic para os abrir:

Elegia aos Relvas que já não cantam! (para bem da nossa democracia!)

Balanço de Relvas é verdadeiro ou falso?

Imagem de arquivo

Estes “LICEN+DIABOScontribuíram para isto que vês na imagem  L
E… NÃO SÃO AS LICENCIATURAS QUE GOVERNAM UM PAÍS !!!
O QUE FALTA,  SÃO OS VERDADEIROS HOMENS e MULHERES !
VÊ:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sondagem Public Policy Polling USA

Um quarto dos americanos
acha que Obama pode ser o anticristo
Cerca de 25% dos norte-americanos acreditam que o Presidente pode ser o "anticristo", mais de um terço pensa que o aquecimento global não passa de uma mentira e mais de metade suspeita que uma elite, ao nível global, está a tentar estabelecer uma nova ordem mundial.
Uma sondagem da Public Policy Polling sobre as convicções dos norte-americanos sobre as mais variadas teorias da conspirações foi divulgada ontem:
13% dos inquiridos responderam pensar que Barack Obama é, efetivamente, o "anticristo", enquanto outros tantos "não têm a certeza". Apenas 73% dos inquiridos mostraram a convicção de que o Presidente não é o "anticristo"...
O estudo mostra ainda que 37% dos americanos não acredita que o aquecimento global é uma realidade e que 54% admite uma nova ordem mundial possa estar a ser preparada.
Mas nem todas as teorias da conspiração merecem este nível de apoio por parte da população dos EUA. Apenas 7% dos inquiridos responderam acreditar que a chegada à Lua não passou de uma encenação, enquanto só 14% estão convencidos da existência do Big Foot. Ainda assim, 5% acham que Paul McCartney morreu num acidente de carro em 1966 e foi substituído por um duplo.
                                                                                                             2013/04/04
                                                                                          Simplesmente Zé


Ler mais: http://visao.sapo.pt/um-quarto-dos-americanos-acha-que-obama-pode-ser-o-anticristo=f721787#ixzz2PThXWD00

quarta-feira, 3 de abril de 2013

HAVERÁ RESPOSTAS HOJE?



A propósito da entrevista de Sócrates e da sua «narrativa» para esclarecer a sua posição, o Director-Adjunto do Correio da Manhã, jornal a que o ex-PM fez referência pouco elogiosa, referiu alguma perguntas que continuam sem resposta. Eis a lista referida no seu artigo:

-Aterro da Cova da Beira,
-Confusões à volta do Freeport,
-A «anedota» da licenciatura, -Como é que um político sem conta bancária se dá ao luxo de fazer comentários ‘pro bono’,
-Como tem crédito para viver em Paris,
-Qual a relação com a farmacêutica que o contratou.

Como hoje, haverá o primeiro acto do contrato com a RTP 1, talvez o comentador se digne iniciar estes esclarecimentos, o que será um bom contributo para a melhor definição da sua imagem.

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terça-feira, 2 de abril de 2013

MOEDAS, ECONOMISTAS E ESTADO SOCIAL


Notícia diz que o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, se reúne com o economista chefe Pier Carlo Padoan e outros altos responsáveis da OCDE para discutir as reformas sobre as funções sociais do Estado.

Esta notícia conduz a dúvidas e incertezas preocupantes. A economia foi criada para benefício das pessoas, para facilitar a gestão dos seus interesses, como seres vivos, em sociedade. Constitui, por isso, uma actividade que ultrapassa as capacidades dos economistas tradicionais que não resistem à tentação de se escravizarem ao jogo dos números, de modelos matemáticos, sem sensibilidade nem propensão para descer ao campo das realidades onde, por vezes, a aplicação dos cálculos matemáticos, dos modelos sofisticados, produz efeitos dramáticos. A economia é uma ciência demasiado complexa para ser deixada exclusivamente aos economistas.

A austeridade que tem estado a destruir a actividade económica, depois de retirar quanto pôde às famílias, constitui um exemplo muito claro do fracasso dos economistas, que lesaram a economia em benefício de interesses da alta finança.

Se o interesse de Carlos Moedas é realmente obter opiniões, conselhos, e sugestões para a Reforma do Estado Social, não deve deixar de ouvir sociólogos, psicólogos e pessoas generosas com experiência de contactos com cidadãos mais carenciados que procuraram apoiar como, por exemplo, da direcção da Cáritas e os altos elementos da Igreja.

Se olhar apenas para os números e os utilizar nas gélidas calculadoras, corre o risco de aplicar a eutanásia a todos os cidadãos que não trabalham e aí correria o risco de não deixar de olhar para os seus ascendentes, familiares e amigos e pensar na sua própria vida dentro de poucos anos. A dignidade humana deve ser respeitada e, por outro lado, como político que é, não esqueça que a maioria dos votos é proveniente dos não activos, daqueles a quem um seu «brilhante» camarada de partido chamou «peste grisalha». Procure temperar o seu entusiasmo jovem com a maturidade e a experiência amontoada durante muitos anos pelos mais «grisalhos».

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ESTE SISTEMA CORRUPTO/PODRE


O QUE OS BANCOS NÃO QUEREM SAIBAS:

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Noam Chomsky explica:
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SÊ !

                           SÊ EXACTAMENTE TU; ÍNTEGRO e INTEIRO.

                                                                                                                         Simplesmente Zé
 



A FOME é UM DOS MUITOS MÉTODOS QUE A N.O.M.

( Nova DESOrdem Planetária ) ESTÁ A UTILIZAR  L