segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A AUSTERIDADE É PARA QUEM ???


Os “senhores” da Assembleia da República decidiram comprar 120 computadores NOVINHOS EM FOLHA
No início da cada legislatura TODOS os deputados recebem um computador portátil ULTIMO GRITO e em 2009, aquando da remodelação da A.R., foram renovados todos os sistemas informáticos.

Vê em:

http://www.dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=dia&iddip=406481786

AUSTURIDADE ??? SACRIFICIO?

TROICA ???

PARA QUEM ???

E O POVO PAGA
 
para estes “senhores”
?!?!?!
Querem nomes de maçónicos ?

É INTERESSANTE VERIFICAR QUEM SÃO
Loja «8 de Maio» – Coimbra
António César Quaresma Ventura
António Jorge Bigotte Oliveira Santos
António Ramos da Silva
Armando Augusto Alves Martinho
Armindo Augusto Martins da Silva Andrade
Carlos José Faria Cortes
Fernando Afonso dos Anjos Silva
Francisco Manuel de Jesus Neves
Guilherme Elísio Rodrigues Tralhão
Humberto Alexandre Marçal Tomás Martins
Humberto Jorge da Conceição
João Francisco Ferreira Palmeiro
João Paulo Correia Rodrigues
Jorge Manuel Oliveira Santos
José Carlos Baptista Garrucho
Levi Alexandre Bucar Corte Real
Lusitano Moreira Martins dos Santos
Manuel Augusto da Costa Seixas
Manuel João Ribeiro Dixo
Marcus Vinicius da Conceição Tralhão
Nuno Gonçalo Bigotte Oliveira Santos
Nuno Manuel da Fonseca Lavajo
Vítor Alexandre Antunes Lourenço
Zito António de Jesus Soares



Loja «A Revolta» – Coimbra
Adelino Ferreira Martins
Alfredo Salvaterra
Aloísio Albano de Castro Leão
António Abel Garcia Meliço Silvestre
António David da Costa Hall
António Diamantino Marques Lopes
António Fernando Rodrigues Costa
António Francisco Matos Martins Ferreira
António Luzio Vaz
António Manuel Vilhena
António Quintas Queiroz Aguiar
Arménio Alberto Tavares da Silva
Artur Manuel Sales Guedes Coimbra
Belmiro Moita da Costa
Camilo Duarte dos Santos Cruz
Carlos José Luzio Vaz
Carlos Manuel da Silva Páscoa
Eurico Manuel Soares Fernandes
Fernando Abel Simões
Fernando dos Santos Andrade Porto
Fernando Freire
Fernando Pereira da Silva
Fernando Ribeiro Dias
Henrique José Lopes Fernandes
Herminio de Oliveira Palmeira
Jaime Brás de Carvalho
João Aurélio Sansão Coelho
João José da Fonseca e Costa Soares
João Maria Lacerda de Lemos Mexia
João Vasco da Fonseca Jorge Ribeiro
Jorge Manuel Fernandes Cosme
Jorge Manuel Jegundo Vicente
José Augusto Gomes de Brito Xavier
José Faria Lourenço
José Manuel da Silva Couto
José Rodrigues de Sousa Fernandes
Luís Alves Ferreira
Manuel António Gomes Domingues de Andrade
Manuel António Leitão da Silva
Manuel Augusto Soares Machado
Manuel Ruivo dos Santos
Miguel Nuno Gonçalves Duarte
Paulo Alexandre Chaves Teles Grilo
Rui Alberto Rodrigues da Silva
Rui Augusto Fernandes de Andrade
Rui Chichorro e Silva Capote
Vasco Manuel Pimentel Pereira da Costa
Vítor Manuel Guardado Monteiro
Loja «Acácia» – Lisboa – e Estradas de Portugal
Alberto Carlos Castro Barros Pereira
Alfredo João Gouveia Tomé
André Henriques Suarez Garcia
António Baltazar Valente Ramos Dias
António Castelo Sérgio Pessoa
António José de Pina Pereira
António José Macieira Antunes
Aureliano Oliveira das Neves
Camilo Duarte Inácio
Carlos Alberto Monteiro Bicas
Carlos Henrique Gomes Villar
Cícero Cavalheiro
Daniel Madeira de Castro
Eduardo Cardeano Monteiro Pereira
Eduardo Manuel Franco Madeira
Filipe José Guerreiro Palma
Francisco Moita Flores
Horácio Crespo Pedrosa Faustino
Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva
Jacinto do Patrocinio Gasparinho Correia
João Abel de Oliveira Lemos Gonçalves Novo
João Carlos Caneira Antunes
João Carlos Leal de Matos
Joaquim Vidal Tomé
José Luís de Almeida Casares
José Manuel Palma de Oliveira
José Maria Pinho de Paiva Raposo
José Maria Roque Lino
José Pereira dos Santos
José Ribeiro Vieira
Lélio Manuel Vicente de Sousa Branca
Luís Artur Freitas Costa Cardoso Pereira
Luís Carlos Calceteiro Serafim
Luís Claudio Gouveia Faustino
Luís Filipe Botelho da Nova
Luís Filipe Natal Marques Santos
Luís Pedro Saldanha Miranda
Manuel Cardoso Relvas
Pedro Alexandre Gonçalves Dias Franco
Pedro Alexandre Valente Assunção
Pedro Manuel Soares Silva Nobre
Rogério Paulo Ferreira Reis
Rogério Paulo Pinto de Sá Gaspar
Rui Portugal Guerra Gouveia Pedrosa
Sebastião José Maurício Brites Nobre
Valdemar Saraiva Marques
Vasco Rui Mendes de Brosque Graça
Victor Manuel Gião Vieira Cardoso
Victor Manuel Martins
Vítor Manuel da Cruz Resende
Vítor Manuel Fragoso Alves
Loja «Alberto Sampaio» – Viseu
Adalberto Tomaz
Américo António Pais Borges
António Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
António Bruno Couchinho
António Campos de Morais
António Joaquim de Almeida Henriques
António Lúcio Rodrigues
António Luís Gonçalves da Costa Martins
Carlos Alberto Marques Paiva
Carlos Salvador Pinto da França Raposo
Celso Oliveira Neto
Fausto Lucas Martins
Fernando José de la Vieter Ribeiro Nobre
João Alfredo Félix Vieira de Lima
João Bernardino Dias Figueiredo
João Duarte da Silva Ferreira da Cruz
João Francisco Lourenço Roseiro Botelho
João Mendes Fernandes
João Soares Louro
Joaquim da Silva Mendes dos Santos
Jorge Alberto da Silva
Jorge Ferreira Vicente
Jorge Manuel de Sousa Mota
José António Santos Esteves Correia
José Bernardino Dias de Figueiredo
José Júlio Miranda da Costa
José Luís Nunes de Almeida
Leonel Ferreira dos Santos
Manuel de Sousa Sá Correia
Paulo Armando de Oliveira Ribeiro Simões
Rui Alberto Nunes dos Santos
Vítor Manuel Gouveia Pires
Vítor Manuel Lucas Martins
Loja «Arcádia» – Lisboa
António João Varela Simões Monteiro
António Manuel Beato Ribeiro da Cruz
António Manuel Dias Baptista
Carlos Manuel Ferreira Caetano
Fernando Hélder Silvestre Romero
Fernando José Vicente Mendes
Fernando Manuel Rodrigues das Neves Vicente Mendes
José Eduardo Goulart Machado
José Eugénio Silva da Nóvoa Cortez
José Manuel dos Santos Viegas
Luís Filipe Nunes Boaventura de Figueiredo
Manuel Sebastião Barrão Nicolau
Pedro Miguel Garrão Morais Fonseca
Loja «Atlântico» – Aveiro
Álvaro Augusto Tojal
Álvaro Teixeira de Oliveira
Anthony Laurel
Carlos Albano Ribeiro
Carlos Fernandes da Silva
Carlos Isidoro da Silva Oliveira
Carlos Manuel de Freitas Salomé
Fernando Ferreira Lino
Francisco Jorge Batel Marques
Ivan Leonardo Sanchez Toro
Jorge Alberto Mendes da Rocha Brochado
Jorge Daniel Cabral Santos Henrique
Jorge Manuel da Cruz Gago
José Barbosa Mota
José Carlos Leal Ribas
José Eduardo Alves Fragateiro
José Manuel Alegre Tavares
Júlio Albino Pinto de Matos
Nélson Antunes Serra
Óscar Augusto Mendes da Graça
Rubens Murad
Rubens Murad Júnior
Vítor José Lopes Rodrigues
Loja «Aurora Alentejana» – Évora
António José de Carvalho Domingues Firmo
António Manuel Dias Pereira Santos Pinheiro
António Manuel Leitão Cavacas
António Paulo Santiago Jorge
Carlos Alberto Lourenço Cunha
Francisco Inácio Morita Coimbra
Francisco Manuel da Silva Rosa
João Luís Latas Lázaro
João Pedro Segurado Dias
Joaquim António Banha da Fonseca
José Alberto Noronha Marques Robalo
José Augusto Dias
José Carlos Alegria
José Ernesto Idelfonso Leão D’Oliveira
José Lourinho Graciano
José Luís Quitério Mendes Matos
José Luís Simões de Morais Luz
José Manuel Fernandes Varge
José Rodrigues Dias
Leonardo Manuel Valido Maia
Marcial António Estrela Rodrigues
Olímpio Manuel Vidigal Galvão
Paulo Tiago Santos Figueira Rocha Cabeça
Raúl Jorge Coelho A. Silva Rasga
Vítor Manuel Sousa Trindade
Loja «Bomtempo» – Lisboa
Álvaro Veiga
André Campos Martins Carreira
Antoni Assuncion Hernandez
António Adriano de Ascensão Pires Ventura
António Rebelo Delgado Tomás
António Samuel Henriques da Costa
Bruno Ricardo Pinto Reimão Gonçalves Rosa
Carlos Eugénio Cícero Silva
Carlos José Brás Geraldes
Fernando Carmino da Silva Marques
Fernando Miguel Bernardes
João Batista Ferreira da Silva
João Paula da Fonseca
Joaquim António Barata Lopes
Joaquim Maria Alves Zeferino
Jorge Paulo Napoleão Garcia Inacio
José Fernando Macedo Esteves
José Maria da Costa Ramos e Ramos
Laureano Martins Carreira
Luís Manuel de Almeida Nunes
Luís Miguel Gonçalves Rebelo
Luís Miguel Gonçalves Zeferino
Manuel Carvalho Rodrigues
Patrick Paul David
Pedro Manuel Correia Magro
Rui Bertrand Baldaque Romão
Ruy Moreira Cravo
Vítor Manuel Fernandes Miranda
Loja «Camões» – Lisboa
António dos Ramos Domingos e Sousa
António José Rodrigues Henriques
António José Rodrigues Neto
António Martins Gonçalves Pedro
Armando Augusto Pinto da Silva
Fernando José Fernandes Baginha
Fernando José Venâncio Pereira
Frederico Florentino Simões Melaneo
João José do Carmo Delgado
João Nélson Veríssimo
João Pedro do Rego dos Santos Vasconcelos
Joaquim Filipe Clemente
Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Jorge Oliveira Ferreira Mendes
Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho
José António Patricio Pires
José Carlos Cruz Lavrador
José Carlos Pinto Basto de Mota Torres
José Justino de Matos Barros Gomes
José Pedro Paixão Camacho Vieira
Manuel Carlos Abrantes Pedro Nunes
Manuel Vieira de Sousa
Pedro Alexandre Ramos Marques
Quinídio Major Pinto Correia
Rui Alberto Monteiro Ferreira
Rui Manuel Bessa de Brito Rodrigues
Rui Manuel de Andrade Dias da Rocha
Rui Manuel Moura Chaves
Sérgio Miguel Saraiva Guimarães Batista
Victor Manuel Dias Barata
TENHO 30 PÁGINAS COM NOMES DELES !
EM LETRA 08 Calibri
QUEREM MAIS ???




Críticas construtivas são úteis

As críticas, quando positivas e construtivas são úteis porque estimulam a reflexão dos decisores levando-os a reanalisar os problemas e a dar as convenientes explicações que anulem a crítica maldosa ou a reconhecer que algo está menos correcto e é preciso estudar mais profundamente a questão para escolher solução mais adequada à realidade. Tudo se deve passar como na condução de meios de transporte rodoviários, marítimos ou aéreos em que as correcções da rota constituem uma preocupação constante.

Mas o ministro da Defesa, Aguiar-Branco, acusou os comentadores "de fato cinzento e gravata azul" de serem «adversário é tão corrosivo, tão arriscado e tão perigoso». Enfim, são palavras eventualmente «politicamente correctas» mas vagas e sem clareza, proferidas perante uma assistência formada no conceito de que as palavras ditas ou escritas devem ser «claras, precisas e concisas». A entidade seria mais apreciada se tivesse pegado numa crítica «corrosiva e arriscada» e a anulasse, usando esclarecimento compreensível, claro e preciso. As críticas servem para proporcionar aos governantes tal oportunidade.

Sobre tais as palavras, Marcelo Rebelo de Sousa «considerou que os membros do Governo andam “muito hipersensíveis” às críticas, fazendo-lhe lembrar os tempos dos Governos de Cavaco Silva em que se falava de forças de bloqueio».

Já em comentários de blogues deixei a ideia de que uma crítica ideal, para ser positiva e construtiva, deve ser concreta e seguida de uma sugestão, uma pista que nos mostre uma ou mais formas possíveis, viáveis, de melhorar aquilo que achamos mal.

Um professor, num curso especial pós-graduação, ensinava que uma crítica deve ser serena e começar por elogiar algo que seja bom, mesmo que seja uma coisa insignificante (por não se encontrar uma de fundo!) e depois dizer «contudo» (however)... e então começa-se a referir aquilo de que se discorda. Quando temos interesse em que se corrija o rumo das coisas, não podemos deixar de indicar soluções possíveis. E isto dá credibilidade à boa intenção e seriedade da crítica.

E nos assuntos sociais, colectivos, nacionais, que a todos interessam ninguém deve ter receio de apontar alternativas. É do conhecimento comum que os políticos só agem quando pressionados e isso tem sido comprovado por ocasionais recuos ocorridos após decisões criticadas por cidadãos, quer individualmente quer através de parceiros sociais. Em tais casos, não pode esquecer-se que a união faz a força. E essa união exige hierarquia, organização, regras (disciplina) e existência de método de trabalho. Para se modernizar uma cidade não basta demolir, são indispensáveis ideias, planos, projectos e esforço de construção.

Há que eliminar o erro o vício muito arreigado de os governantes e os autarcas se considerarem donos de Portugal quando, constitucionalmente, os donos são os cidadãos colectivamente que neles delegam para ser apenas mandatários do povo, com a missão de defender os interesses nacionais, das pessoas que representam.

Porém, a nossa atitude não pode limitar-se a críticas demolidoras, tem de haver ideias, propostas, indicação de alternativas. Temo-nos habituado aos orgasmos simplesmente eróticos sem finalidade de procriação! Devem evitar-se críticas arrasadoras sem delas surgir nenhuma ideia construtiva, viável, prática, com garantias de eficácia. Não é preciso imitar os tunisinos ou os egípcios, pois seremos capazes de agir positivamente, de outra forma mais adequada às nossas condições. Portugal merece a nossa dedicação edificante.

Imagem de arquivo

sábado, 27 de outubro de 2012

Fernando “O CASSOLA” Conhecem ?!



 
 
COMO É QUE O “(h)omemzinho”  NÃO PODE SER LICENCIADO EM:  CiênciaS PolíticaS e Relações Internacionais na Universidade Lusófona de Lisboa  ???  lol
No registo biográfico entregue no Parlamento quando foi eleito pela primeira vez deputado, a 4 de Novembro de 1985, Miguel Relvas escreveu na alínea das habilitações literárias: “Estudante universitário, 2.º ano de Direito ! Repetiu o facto na legislatura seguinte, contudo e em Julho de 2012 afirmou que foi um lapso ter declarado à Assembleia da República, por duas vezes, que tinha frequentado o 2.º ano do curso de Direito  LOL
OK tem uma licenciatura, DADA POR MIM  em “Como lixar, com F, o Zé Povinho e o País”  
Santos Neves deu-lhe 18 valores na cadeira Introdução ao Pensamento Contemporâneo no entanto os alunos da “suposta” turma de Miguel Relvas afirmaram que nunca o viram nem nos testes nem nas aulas da cadeira. Confirmam de igual modo que Santos Neves nunca foi professor da turma.
Foram-lhe até dadas equivalências a cadeiras que nem existiam em 2006/2007, ano lectivo em que esteve matriculado na Lusófona
É membro da MAÇONARIA / LOJA UNIVERSALIS do GOL


 
O PROBLEMA NÃO RESIDE EM SER DR. ou NÃO; 
O PROBLEMA É QUE É UM DOS ABUTRES DO POVO PORTUGUÊS.

E… SÓ É PRECISO =>  Não ter vergonha

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Investir para haver crescimento

Notícia do expresso tem o título Álvaro diz que "sem investimento Portugal não vai crescer" o que é uma verdade incontroversa mas, para investir, é preciso haver capacidade de poupança, é preciso que depois das despesas indispensáveis reste algum saldo disponível, o que para a generalidade dos portugueses está a ser um sonho irrealizável.

Por isso, pedimos ao Sr ministro Álvaro Santos Pereira o especial favor de explicar essa sua ideia ao «operador de calculadora» Gaspar, alertando-o que a austeridade que aniquila a classe média não permite fazer poupanças que resultem em investimentos, nem sequer desenvolver a economia fazendo compras em novas empresas criadas por estrangeiros.

Tal investimento só poderá vir dos protegidos do regime (se não optarem pelo offshore ou pelo investimento em outros países), como se vê dos bons resultados a seguir indicados:

- BPI teve um lucro líquido consolidado de 117,1 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, uma subida de 15,3% face a idêntico período de 2011

- Lucros do Totta cresceram para 230,4 milhões nos primeiros nove meses face aos 60,2 milhões registados em igual período de 2011

- Lucros da Jerónimo Martins cresceram 6,2%

Mas mesmo esses acabarão por ver secar as suas fontes de enriquecimento, se a política de austeridade continuar em aceleração crescente. Eles não conseguem viver sem clientes apesar da «capitalização dos bancos» a qual também se tornará impossível quando o povo já não tiver um cêntimo que o Estado lhe possa sacar.
Imagem de arquivo



VEJA:

O ESTADO NÃO É PESSOA DE BEM:
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/07/o-estado-ja-nao-e-pessoa-de-bem.html

O € e o $ FALIRAM tal como ESTE SISTEMA:
 http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/02/deixemo-nos-de-brincar-ao-e-ao-faliram.html

A FARSA DA DÍVIDA:
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/10/a-grande-farsa-da-divida.html

O 4º REICH:
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2011/12/o-4-reich-iluminates-club-bilderberg.html

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Os PEDRAGULHOS de PORTUGAL


NÃO SE ADMIREM SE…
ESTES “senhores” SE APRESENTAREM ASSIM:


O IMPORTANTE PARA ESTA CORJA É:
ILUDIR O POVO



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Islândia é um caso a estudar

Sr Passos, passe os olhos pelos artigos linkados e mande estudar a solução que a Islândia aplicou no combate à crise. Claro que é preciso coragem, moral e patriotismo!!!

 «O governo caiu e o primeiro-ministro de então começou a ser julgado por negligência na gestão da crise. Os contribuintes recusaram pagar a factura dos bancos. Resultado? Menos de quatro anos depois, a Islândia volta a ser notícia por motivos diferentes. A crise parece já um pesadelo passado

«A Islândia, que se candidatou à entrada na União Europeia, é descrita pela agência de ‘rating' S&P como uma economia próspera e flexível, capaz de ultrapassar as maiores dificuldades e proporcionar um ambiente mais favorável à criação de emprego e ao crescimento económico.»

«A economia islandesa, a primeira ser resgatada após a crise de 2008, baixou a taxa de desemprego de 12% para 5% em dois anos

«"Fomos o primeiro a cair, mas também somos o primeiro a sair da recessão. Se há uma lição a tirar da recuperação islandesa é que a austeridade, por si só, não funciona".»

Imagem do Google

Comunicar com objectividade

Se o aparecimento de responsáveis políticos nos órgãos de comunicação não for para comunicar com verdade, clareza e precisão, pode tornar-se perda de tempo, propaganda ou pantomina de diversão.

«O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, criticou nesta quinta-feira os anos de governação socialista e acusou o PS de ser o responsável pelo Orçamento do Estado que o Governo apresentou na segunda-feira ao país.»

No momento actual, nada adianta estar a tomar culpas aos causadores da crise. Esses deveriam estar a contas com a Justiça se ela funcionasse. Os actuais governantes é que têm responsabilidade de resolver todos os problemas agora existentes e procurar, para eles, as melhores soluções. Foi para isso que nos pediram o voto. É para isso que lá estão.

O nosso papel de eleitores e contribuintes deve ser a crítica civilizada e construtiva para os pressionar a reparar aquilo que não está bem. Um político, por norma, como ser humano, é avesso à mudança, às alterações, e preguiçoso e, diz a experiência que, nada fará se não for pressionado e empurrado.

O nosso dever é estimular a sua acção para defender os interesses nacionais e melhorar a vida dos portugueses. Fazer isso não é ser do contra, nem revolucionário, é ser patriota, amigo de Portugal.

O ministro da economia, mostrou grande incompetência ontem por ter dito mal do governo anterior, já saído há quase ano e meio, em vez de mostrar obra feita neste já largo tempo de governação do actual Governo. Ou será que, ao fim de todos estes meses, não tem resultados a mostrar, de que se orgulhe? É pena ver políticos no poder a perder tempo fazendo guerras partidárias, em vez de falarem dos reais problemas que afectam os portugueses. Em momento de grave crise, todos os esforços devem ser orientados para atrair todos os sectores a colaborar na escolha das melhores soluções com consenso alargado, a fim de serem obtidos os melhores resultados para bem dos portugueses. Lutas partidárias não são, neste momento, o que o país mais precisa nem são patrióticas. Façam e digam os resultados, mostrem as razões que os levam a tomar cada decisão. Tal informação, com verdade, transparência e objectividade, é que deve ser o tema das suas palavras em público, para conseguir a maior convergência de esforços.

Essa é que será a mais eficaz propaganda que os eleitores gostarão de ouvir.

Imagem de arquivo

VÊ O QUE É A FARSA DA " DÍVIDA "


O QUE É O DINHEIRO ?
De ONDE VEM ?
QUAL É O SEU OBJECTIVO ?!?!?!
 
Este vídeo deve ser visto por todos.

Peço a todos os visitantes deste blog que divulguem este vídeo pelo maior número possível de pessoas, precisamente agora, quando estamos a assistir a um dos maiores embustes bancários da história e de consequências difíceis e catastróficas para todos nós e para todo o Planeta Terra.

  O meu obrigado a todos/as.
 

 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

E A FARSA DA DÍVIDA CONTINUA


O SER HUMANO É UMA espécie ameaçada
DESDE O 11 DE SETEMBRO ( a grande farsa )
em prol dos $
 
 "alguns posts" :

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/11/e-so-ma-gestao-ou-corrupcao.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/09/e-eles-continuam-viver-na-maior.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/09/e-bom-que-recordemos.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/08/pensoes-beneficiam-da-proteccao-da.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/02/pela-fraternidade-pura.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/02/promiscuidades-e-corrupcao-no-pais.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/01/divida-vao-buscar-slnbpn.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/01/o-fmi-ou-melhor-dito.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2013/01/no-25-de-abril-de-74-houve-homens.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/12/o-goldman-sachs-nao-e-um-simples-banco.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/11/para-que-austeridade.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/11/quem-paga-o-estado-social-do-pais.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/10/a-austuridade-e-para-quem.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/10/ve-o-que-e-farsa-da-divida.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/09/illuminati-de-paul-h-koch.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/08/que-foi-discutido-na-reuniao-do-grupo.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/06/para-quem-pagamos-nos-os-impostos.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/09/sistema-uniforme-de-codificacao.html
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/09/illuminati-de-paul-h-koch.html

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/07/queridos-leitores-amigos-e-amigas.html
 
Não é fácil ser um burro hoje em dia”
É assim que começa o texto publicado em 2013-11-28 D.C. no The New York Times, que se refere à extinção do burro mirandês: http://www.noticiasaominuto.com/pais/138546/new-york-times-compara-portugueses-a-burro-mirandes

Fracasso do euro

Políticas insanas na U. E.

Dívida “Pública”


O Dinheiro Como Dívida

 
PARA ELES ÉS APENAS UM NÚMERO
ELES QUEREM LÁ SABER



Agora mostrem quanto valem !!!

Em época de o ministro das Finança levar muita pancada, vinda de variados sectores, inclusivamente da Coligação, ele teve uma atitude de rara ousadia na nossa viciada política, desafiando os deputados a proporem cortes na despesa do Estado.

Esta atitude vem recordar-me os tempos de rapaz em que se usava a expressão «não és homem nem és nada se não reages ao desafio». Espera-se que os senhores deputados, principalmente os da oposição, aceitem este desafio e evidenciem o seu valor, a sua moralidade, o seu patriotismo e não deixem de indicar ao senhor ministro as soluções tão faladas, e que não exigem invenção, pois basta ir aos países nórdicos e adaptar ao nosso País as soluções que lá usam.

Só para uma pequena sugestão: cortar a quantidade de deputados, de assessores, de especialistas, de consultores, de apoios a fundações sem utilidade indispensável ou mal geridas, de observatórios não absolutamente necessários, de comissões, de grupos de trabalho, de empresas públicas, de contratos com PPP, dos carros de deputados e de outros servidores do Estado, de municípios, de freguesias e de muitas e diversas mordomias e outras despesas não directamente contributivas para o bom funcionamento da máquina pública e para a vida dos portugueses, etc. etc.

E não esquecer de legislar para reduzir a burocracia ao mínimo indispensável, para combater eficazmente a corrupção, o tráfico de influências e o enriquecimento ilícito, etc.

Na verdade, este desafio não pode ser desprezado por deputados patrióticos que queiram mostrar a sua dedicação ao interesse nacional, como deve ser seu apanágio. Não lhes falta campo para dominar a bola que lhes é passada e a devolver à baliza de Vítor Gaspar.

Ficamos à espera de saber se são homens para isso…

Imagem de arquivo

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Suíça prepara exército para colapso do euro

A Suíça, país conhecido pela sua neutralidade, está a tomar precauções pouco convencionais para fazer face aos protestos anti-austeridade que se fazem sentir na Europa.
A Suíça, que não faz parte da zona euro, lançou um exercício militar em Setembro, o ‘Stabilo Due’, para responder à actual instabilidade na Europa e para testar a velocidade a que o seu exército pode ser mobilizado, avança a CNBC.
O jornal Der Sonntag noticiou recentemente que este exercício militar baseou-se num ‘mapa de risco’ de 2010, onde os especialistas do Exército contemplavam a ameaça de conflitos internos, assim como a possibilidade de a Suíça receber refugiados da Grécia, Espanha, Itália, França e Portugal.
O ministério da Defesa suíço adiantou à CNBC que não se pode excluir a necessidade de enviar tropas nos próximos anos para outros países.
“Não está excluída a hipótese de as consequências de uma crise financeira na Suíça poderem provocar protestos e violência”, disse à CNBC um porta-voz do ministério da Defesa, acrescentando que “o exército tem de estar preparado quando a polícia pede ajuda em casos destes”.
Cerca de dois mil soldados integraram os exercícios militares que decorreram em oito cidades suíças, incluindo soldados de infantaria, a Força Aérea e membros das forças especiais.
O ministro da Defesa Ueli Maurerwarned alertou, citado pela revista Schweizer Soldat, para uma escalada da violência na Europa. “Não posso excluir que possamos precisar do exército nos próximos anos”, disse o governante.

 

Veja mais em:
DEIXEMO-NOS DE BRINCAR AO € e AO $ ( FALIRAM ) : http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/02/deixemo-nos-de-brincar-ao-e-ao-faliram.html

NÃO AOS BILDERBGS: http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/02/nao-aos-bilderbgs.html

Eles querem que a TUA VIDA se remeta a isto:
(Deixa “correr” a imagem)
 MAS…
TU SENTE O TEU SER INTERIOR !
 
NAMASTÉ