sábado, 31 de dezembro de 2011

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Duarte Lima & seus amigos…

 COMO PODEM VERIFICAR COMEM TODOS DA MESMA MACEIRA
O ex-deputado foi investigado em 1994 num processo que é um verdadeiro manual de branqueamento de dinheiro sujo.
A prática de lavagem de dinheiro há muito que não é estranha a Duarte Lima. Desde os anos 90 que o ex-líder parlamentar do PSD conhece, ao pormenor, as técnicas daquilo a que os juristas chamam "dissimulação de capitais", mas que é vulgarmente conhecido por branqueamento ou lavagem de dinheiro. Essa é a arte de fazer com que o dinheiro obtido deforma ilegal regresse aos circuitos financeiros e bancários com o estatuto de plena legalidade.  O processo às ordens do qual Duarte Lima está agora preso mostra algumas dessas formas de lavagem, mas já na primeira investigação de que foi alvo, nos anos noventa, é provado um apurado conhecimento dessa arte de esconder o dinheiro sujo. Nesse primeiro processo em que Lima foi constituído arguido, corria o ano de 1994 e o cavaquismo já agonizava, é descrito ao pormenor aquilo que hoje se pode considerar um pioneiro manual de técnicas de lavagem de dinheiro, como então alertava o inspetor da PJ Carlos Pascoal, que assina o relatório final da investigação.  O caso estava centrado em suspeitas de corrupção relacionadas com as aquisições de apartamentos e de terrenos em Lisboa e Sintra. O mais interessante, porém, foi oque a investigação mostrou em matéria de enriquecimento ilícito assente no tráfico de influências e correspondente branqueamento de dinheiro, tudo crimes não existentes no ordenamento jurídico português à época dos factos. Carlos Pascoal, hoje com 57 anos e reformado da PJ, que investigou este processo com o colega José Peneda e sob a direção do magistrado do Ministério Público Luís Bonina, enumerou as técnicas de lavagem uma a uma.
DEPÓSITOS EM DINHEIRO
O relatório de Pascoal é claro em matéria defluxos financeiros: "Em razão da análise bancária realizada pode concluir-se que foi destetada a aplicação de várias técnicas de dissimulação decapitais, envolvendo um conjunto de contas bancárias tituladas pelo arguido Duarte Lima, pela sua ex-esposa, ou por familiares de um ou de outro".  Essas técnicas consistiam em fazer entrar o dinheiro nas contas sob a forma de numerário, permitindo ocultar as proveniências e os motivos das realizações de pagamentos. "Entre 1992 e1994 foram creditadas dessa forma, no conjunto das contas investigadas, verbas superiores a 750 mil contos" (3,75 milhões de euros).
CONTAS-FANTASMA
As contas direta ou indiretamente controladas por Duarte Lima nunca tinham saldos elevados. A técnica usada passava por fazer circular os valores de conta para conta até à utilização final do dinheiro em despesas ou aquisições. A maior parte dos créditos -numerário ou cheques - foi escoada por contas tituladas pelo próprio Duarte Lima.  Os investigadores dão um exemplo: uma conta do Banco Fonsecas & Burnay titulada por Fernando Henrique Nunes (ex-sogro de Lima) foi utilizada como 'placa de passagem' de valores que acabaram em contas de Duarte Lima. Só no conjunto de contas em nome do ex-sogro e da ex-mulher, Alexina Bastos Nunes, foram transferidos para contas de Lima 474 mil contos.  A partir de Novembro de 1993, o mesmo procedimento manteve-se mas com mais titulares nas contas, designadamente duas sobrinhas do ex-deputado, Alda e Sandra Lima de Deus e alguns dos irmãos.
MOTA E ANF
Duarte Lima, apesar de estar em exclusividade de funções no Parlamento e de ter a inscrição suspensa na Ordem dos Advogados, mantinha uma intensa e profícua relação com muitas empresas.  Na investigação são destetados dezenas de depósitos feitos pelos administradores da então Mota e Companhia para as contas controladas por Duarte Lima. A um ritmo mensal, Manuel António da Mota, fundador da empresa já falecido, e o seu filho, António Mota, atual patrão da Mota-Engil, pagaram perto de 150 mil contos a Duarte Lima entre 1991 e 1993.  Lima só em 1993 começou a emitir recibos verdes sobre uma pequena parte do dinheiro recebido, justificando no processo apenas dois pagamentos a título de prestações de serviços. Nessa fase em que começou a passar recibos verdes também começou a receber dinheiro por antecipação a serviços a prestar no futuro.  Nas declarações efetuadas aos investigadores, tanto António Mota como Manuela Mota, também administradora da empresa, justificaram os pagamentos de 1991, 1992 e parte de 1993 a título de aquisições de obras de arte feitas a Lima e ao ex-sogro. Disseram também que Lima era consultor para a área internacional, apontando concretamente Angola como um dos países em que Lima ajudava a construtora. O ex-deputado, porém, tinha a inscrição suspensa na Ordem dos Advogados e nunca declarou ao Fisco estes rendimentos.  Tanto em relação à Mota e Companhia, como à Associação Nacional de Farmácias (ANF) - que pagou também milhares de contos a Lima e ainda as obras feitas num dos seus apartamentos de Lisboa -, o ex-líder parlamentar do PSD funcionou como um avençado no Parlamento.  De outras empresas, como a Altair Lda. e a Portline S.A., Duarte Lima recebeu dinheiro a título de "despesas confidenciais" e "saídas de caixa".
VÍCIO DAS ANTIGUIDADES
Um dado essencial da ocultação de dinheiro destetada nesta investigação foi o da aquisição de antiguidades e obras de arte. "Tudo aponta no sentido de ser um colecionador, visto que raramente procederá a vendas", escreve o inspetor Carlos Pascoal. São registadas nas perícias financeiras algumas transações. Só a três comerciantes de arte Lima comprou 250 mil contos em antiguidades e peças num curto espaço de tempo.  Também aqui a lei era favorável a Duarte Lima: "As dificuldades de controlo das atividades de transações deste tipo de objetos e consequente possível utilização como técnica de dissimulação decapitais são reconhecidas no preâmbulo do decreto-lei 325-95 (branqueamento decapitais), designadamente mencionando a não sujeição de tais atividades a regras específicas e a inexistência de uma autoridade de supervisão", alertam os investigadores. A criminalização do branqueamento e do tráfico de influências só ocorrem depois de Outubro de 1995, quando o Governo já é do PS e liderado por António Guterres. A bancada do PSD chefiada por Duarte Lima várias vezes recusou criminalizar este tipo de crimes.
PARAÍSOS FISCAIS
A abertura de contas na Suíça e a utilização de paraísos fiscais para branquear dinheiro são hoje expedientes vulgares. À época, porém, o seu conhecimento em casos concretos era raro. Com um segredo bancário inexpugnável, a Suíça era um paraíso para ocultar capitais. Duarte Lima tinha contas no Swiss Bank Corporation, em Basileia, e daí transferiu dinheiro para a Cosmatic Properties, Ltd., uma empresa offshore que utilizou para várias aquisições.  As autoridades suíças, porém, nunca forneceram os elementos bancários pretendidos pela investigação portuguesa porque Duarte Lima e a ex-mulher se opuseram a que tal acontecesse, impedindo judicialmente que a carta rogatória expedida pelas autoridades portuguesas fosse cumprida.
TESTAS-DE-FERRO
Os ganhos na bolsa foram a grande justificação de Duarte Lima para uma parte do património. Declarou ter ganho 60 mil contos, mas foram detestados investimentos feitos em seu nome mas formalmente pertencentes a outras pessoas. Em dois dos casos destetados tratava-se de empresas de construção civil: a Severo de Carvalho, a que Lima tinha grande ligação, e a Sociedade de Construções Translande.  Foram descobertas contas co-tituladas por Lima e algumas dessas pessoas ou empresas, mas tinham um movimento quase nulo. Pelo contrário, os investimentos mais significativos na bolsa corriam exclusivamente por contas do ex-deputado.
UM ESTRANHO MILHÃO
A diferença entre os valores declarados ao Fisco e o movimentado nas contas é esmagadora e mostra um enriquecimento que Duarte Lima nunca conseguiu explicar. Os rendimentos declarados em sede de IRS, que não incluíram os movimentos de bolsa por não se encontrarem sujeitos a tributação, totalizaram 182 mil contos, entre 1987 e 1995. Mas o dinheiro movimentado nas contas tituladas por Lima apenas entre 1986 e 1994 é superior a um milhão descontos.  Não há como registar as palavras dos próprios investigadores: "O total de depósitos realizados nas contas tituladas pelo arguido Duarte Lima, entre 1986 e 1994, ultrapassou um milhão de contos, atingindo nos anos de 1992 a1994 os 640 mil contos". Tudo claro, numa investigação que não teve escutas telefónicas nem buscas a casa do arguido.
DE POBRE A BARÃO CAVAQUSITA
 (ASCENSÃO E QUEDA DE UM MENINO DE CORO DESLUMBRADO COM O PODER)
É o primeiro registo oficial do deputado Domingos Duarte Lima na Assembleia da República: III [1983-05-31 a 1985-11-03] - Círculo Eleitoral: Bragança - Grupo Parlamentar: PSD. Em Maio de 1983, quando se estreia no seu lugar no hemiciclo de S. Bento, Duarte Lima ainda não tinha completado os 28 anos. Haveria de os celebrar seis meses mais tarde, em Novembro. Mas a sua vida política não começa no Parlamento: dois anos antes, em 1981, inicia atividade na capital como assessor político e de imprensa do ministro da Administração Interna, Ângelo Correia.  Nunca mais haveria de parar no seu caminho para o poder e para a fortuna, este rapaz nascido na Régua, em 1955, mas que viveu em Miranda do Douro até 1974. Foi primeiro deputado à Assembleia da República por Bragança de 1983 a 1995 - durante a III, IV, V e VI legislaturas. Depois promovido nas estruturas do partido fundado por Francisco Sá Carneiro, entrou nas listas por Lisboa, de 1999 a 2002, na VIII Legislatura. Voltaria novamente a concorrer por Bragança, de 2005 a 2009, na X Legislatura.  A carreira meteórica de deputado coincidiu com uma ascensão política fulminante. Foi o todo-poderoso vice--presidente da Comissão Política Nacional do PSD entre 1989 e 1991, presidindo ao respetivo grupo parlamentar, de 1991 a1994, durante a segunda maioria absoluta de Cavaco Silva. Com acesso a todos os gabinetes de ministros e secretários de Estado, é um nome mágico para empresários e particulares sequiosos de influência e proveitos. Vêm então os escândalos e cai em desgraça. Primeiro um construtor civil de Mogadouro envia-lhe um fax para o Parlamento a pedir um "jeito" num concurso de obras. Depois, o semanário 'O Independente' conta a história da casa de Nafarros.  Sucede-lhe José Pacheco Pereira, que tinha sido seu 'vice', e Lima inicia uma travessia do deserto. Perito em súbitas reviravoltas, porém, já em 1998 e com os socialistas no poder, vence Pedro Passos Coelho e Pacheco Pereira nas eleições para a Comissão Política Distrital de Lisboa do PSD, que dirigiu até 2000, deixando o lugar para aquela que seria futura líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite. Lima terá gasto milhares de contos em regularização de quotas e inscrição de novos militantes, grande parte deles recrutados em bairros sociais.
O CONVIDADO SÓCRATES
Casou a 18 de Novembro de 1982 com Alexina Bastos Nunes, em Fátima, numa cerimónia religiosa realizada pelo bispo de Bragança, D. António José Rafael. Desta união iria resultar o único filho de Domingos Duarte Lima, Pedro Miguel. Numa relação que viria a constar dos processos de investigação da PJ, divorciou-se de Alexina em 1995, casando mais tarde, em 2000, com Paula Gonçalves. Desde que Duarte Lima se terá envolvido com a brasileira Marlete Oliveira, a sua provisória secretária que entretanto já regressou ao Brasil, o casal só partilhava o mesmo apartamento.  Com 56 anos, Duarte Lima - Domingos, para os amigos - é um homem rico e poderoso. Na luxuosa casa da Av. Visconde Valmor, no centro de Lisboa, ofereceu jantares feitos pelo célebre chef Luís Suspiro. Constam das memórias dos convidados as antiguidades dispostas nos salões e as explicações excêntricas dos pratos que Suspiro vinha à sala apresentar. José Sócrates foi um dos comensais mais famosos.
O FILHO DE SEU PAI TORNOU-SE NUM TESTA-DE-FERRO
Quando Domingos Duarte Lima anunciou que estava gravemente doente, com uma leucemia, apareceram as primeiras imagens do filho, Pedro Lima, então com apenas 13 anos, uma criança. Quando o ex-líder parlamentar do PSD foi detido, o filho foi com ele, agora já com 26 anos, também arguido no mesmo processo.  Pedro Lima é suspeito de branqueamento de capitais, burla qualificada e fraude fiscal agravada, mas tudo indica estar de novo a dar a cara pelo pai. Lima, o filho, foi libertado e diz-se que não tem dinheiro para pagar a caução de 500 mil euros, ainda que seja sócio e administrador de cinco empresas.  Há quem acrescente que Lima, o pai, fez dele "testa-de-ferro" dos seus negócios. No dia do aniversário de Duarte Lima, Pedro lá estava como visita.
"O SEU ENRIQUECIMENTOMOSTRA A DEGRADAÇÃO DO REGIME"
(Paulo Morais, professor universitário e dirigente da organização Transparência e Integridade)
Duarte Lima (DL) está preso. Mas mais do que o homem, o que está sob suspeição é o que ele simboliza e a classe política a que pertence.  Em primeiro lugar, porque DL foi o primeiro grande representante da promiscuidade excessiva entre a política e os negócios. Como tantos outros que se lhe seguiram, o então líder parlamentar do PSD acumulava o seu papel de representante do Povo e do Estado Português com as funções de consultor de grupos que faziam negócios com esse mesmo Estado, como o grupo Mota. Assessorava até entidades cuja atividade depende de despachos administrativos do Governo, como a Associação Nacional de Farmácias e outros. Quem servia então Duarte Lima? O Povo que o elegera ou as empresas que lhe pagavam?  Além do mais, DL esteve ligado a negócios como banco que constitui o maior escândalo empresarial deste regime, o BPN. Consta ainda que, como todos os grandes vigaristas do regime, andou a comprar terrenos baratos, valorizando-os depois através da influência política nas câmaras e no Governo. Realizava assim fortunas com as vendas imobiliárias, mas também com os esquemas de financiamentos que hipervalorizavam as garantias.  Duarte Lima está preso. Mas os vícios de um regime que ele, melhor do que ninguém, representa continuam impunemente à solta. Toda a sua vida política e empresarial, todo o seu enriquecimento, são representativos do quanto este regime se degradou.
DEGRAÇADAMENTE O POVO PAGA COM SUOR e LÁGRIMAS TUDO ISTO !!!
A FOME É JÁ MUITO VIZIVEL e ESTES “senhores” AINDA RIEM.



BASTA !

"SOMOS TODOS CAPITÃES"  ( Grande Salgueiro Maia )

Temos que agir, nós e AGORA  !

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Curriculum Vitae do primeiro ministro de Portugal

Nome: Pedro Passos Coelho (o passinhos)
Morada: Rua da Milharada – Massamá / 2745-822 Queluz
Data de nascimento: 24 de Julho de 1964 em Coimbra, cresceu entre Silva Porto e Luanda ( Angola)e regressou ao continente após o 25 de Abril de 74.
Formação Académica: Licenciatura em Economia – Universidade Lusíada (concluída em 2001, nesta Universidade privada e apenas aos 37 anos de idade)
Percurso profissional:
Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e PPD/PSD;
Após 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos em empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia, de quem foi super serviente  moçinho de recados:
Datas e os tachos oferecidos:
2004 a 2006 => Administrador Financeiro da HLC Tejo, SA;
2004 a 2006 => Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS, SA;
2004 a 2009 => Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
2005 a 2007 => Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
2005 a 2007 => Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
2005 a 2009 => Presidente da Ribtejo, SA;
2007 a 2009 => Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
2007 a 2009 => Presidente da HLC Tejo, SA;
2007 a 2009 => Administrador Executivo da Fomentinvest;
2007 a 2009 => Administrador Não Executivo da Ecoambiente, SA;
2009 a 2011 => Marioneta dos barões do PPD/PSD para todos manterem os tachos com a legislativas de 2011;
A 21 de Junho de 2011 => Torna-se o primeiro-ministro de Portugal, liderando um governo de coligação PPD/PSD + CDS-PP e endossado por um dos seus papás, Cavaco Silva!

Na sua vida privada:
Foi casado com Fátima Padinha, uma das quatro vocalistas do grupo musical Doce (estava na moda) com quem teve duas filhas, Joana e Catarina, nascidas em 1988 e 1993 respectivamente. Casou-se, 2ª vez, com Laura Ferreira, natural de Bissau (Guiné), com quem tem uma filha, Júlia, nascida em 2007, e uma enteada, Teresa, nascida em 1995 do primeiro casamento da sua segunda mulher.


Este é o “espectacular” Curriculum Vitae do homenzinho que...

 DESgoverna este País!


E... tem a lata de dizer ao POVO para emigrar !!!! 


E A CRISE e A GANANCIA AUMENTAM ENQUANTO O POVO SE...
CALA

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Passos passou ao lado de «reforma» com esta

Recebido por e-mail de amigo e, por constituir uma boa lição a seguir pelo Estado Português, se transcreve:

Lei de Reforma do Congresso de 2011 (emenda da Constituição do Brasil)

1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente somente pelo mandato.


2. O Congresso contribui para o INSS.(Instituto Nacional do Seguro Social) Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Congresso deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário.

5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.

6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.


A origem refere que a Lei foi promulgada e aprovada rapidamente, porque o povo o exigiu e a Presidente concordou. Seria muito sensato seguir esta lição para a Assembleia da República, as assembleias regionais e autárquicas. Num momento em que se prometem tantas reformas estruturais, esta seria oportuna e colocaria Portugal mais próximo dos exemplares comportamentos éticos dos políticos nórdicos tão citados em mensagens de e-mail.

O Brasil está de parabéns com esta lei histórica, e Portugal não devia ficar atrás.

Imagem de arquivo

A NOVA ORDEM MUNDIAL














Porque NÃO deixam ver os VÍDEOS ???

NÃO INTERESSA A ESTES "senhores" ;'(


Vou tentar por assim e talvez enganar essa gente



 









segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Passos e as «conversas em família»

Transcrição de notícia de jornal, seguida de NOTA:

Passos promete reformas para "democratização" da economia
Público. 25.12.2011 - 21:07 Por São José Almeida

Passos Coelho sublinhou que "2012 será um ano de grandes mudanças e transformações".

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, aproveitou o espaço televisivo da mensagem de Natal para olhar para o próximo ano e garantir que “2012 será um ano de grandes mudanças e transformações”, as quais “incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas”, com o objectivo de conseguir o que entende pela “democratização” economia.

Lembrando que já tinha anunciado que “2012 será um ano determinante” para “todos os portugueses”, o primeiro-ministro sublinhou que no próximo ano o país terá “muitos compromissos para honrar” e “muitos objectivos orçamentais e financeiros para cumprir”, mas frisou que será um ano importante “sobretudo porque temos muitas reformas estruturais para executar”.

Passos Coelho fez questão de apresentar as razões que encontra na sociedade portuguesa que justificam a sua atitude reformista da organização da sociedade e da economia e argumentou que “são estas estruturas que muitas vezes não permitem aos portugueses realizar todo o seu potencial, que reprimem as suas oportunidade”, mas que também “protegem núcleos de privilégio injustificado, que preservam injustiças e iniquidades, que não recompensam o esforço, a criatividade, o trabalho e a dedicação”, por isso, concluiu que “são estruturas que têm de ser mudadas”.

Transformação do país

Explicando o que quer dizer com democratização da economia, o primeiro-ministro explicou que quer “colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do país”. E “que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico”.

Para isso, prosseguiu, quer que “estas reformas nasçam de baixo para cima, para os que se propõe “criar as condições para que todos os portugueses, cada um dos portugueses, nas suas escolhas, com o seu trabalho, com as suas capacidades, construam o seu próprio futuro e, em conjunto, o futuro de todos”. E garantiu que “as reformas que o Governo vai executar foram pensadas para fazer dos homens e das mulheres de todo o país os participantes activos na transformação e na recuperação de Portugal”.

Referindo-se especificamente ao facto de falar no dia de Natal, Passos Coelho referiu que esta “ a importância de relações de amizade, de solidariedade e de confiança”, para sublinhar que “na nossa vida colectiva a degradação dos laços de confiança ao longo dos anos teve graves consequências na qualidade da nossa democracia, no nosso desempenho económico e na nossa solidariedade comunitária”.

Defendeu ainda que “a confiança é um activo público, é um capital invisível, é um bem comum, determinante para o desenvolvimento social, para a coesão e para a equidade” e que “são os laços de confiança que formam a rede que nos segura a todos numa mesma sociedade”. Prometendo em seguida que “um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança”. E explicou que se referia “não só da confiança dos cidadãos nas instituições, mas também da confiança que temos uns nos outros, nas nossas relações profissionais, nas nossas relações sociais e nas nossas relações de cidadania”.

Até porque, concluiu o primeiro-ministro, “com mais confiança vem mais solidariedade, mais democracia, mais justiça e mais vitalidade social”. E isso só se consegue, segundo o mesmo Passos Coelho, com reformas. “Para construir a sociedade de confiança que queremos temos de reformar a Justiça, temos de tornar muito mais transparentes a máquina administrativa e as decisões públicas, temos de abrir a concorrência, agilizar a regulação e acelerar a difusão de uma cultura de responsabilidade no Estado, na economia e na sociedade”, garantiu.

NOTA. A memória faz que o tempo antigo seja recordado e, de tal recordação, surgem comparações que podem ser traduzidas em lições que distinguem o melhor e o pior, aquilo que deve ser repetido e o que deve ser evitado.

A comunicação social está a usar o verbo «garantir» quando se refere a simples promessas eventualmente bem intencionadas ou, pelo contrário, falaciosas.

As palavras da mensagem de Natal do PM são maravilhosas, mágicas, divinas, indo ao encontro de sugestões
aqui colocadas e reforçadas em posts posteriores. Mas, como ali se disse, o pensador que pretenda colaborar na passagem a «nova etapa de civilização» deve «usar de isenção, independência e apartidarismo», porque quem está comprometido e condicionado pelas soluções erradas que originaram a crise, não dispõe de real liberdade de pensamento e de acção para a mudança profunda que agora foi «garantida».

Quando comecei por falar de memória recordei-me de Marcelo Caetano que, pouco depois de assumir o cargo de «Presidente do Conselho de Ministros», iniciou regulares «conversas em família» em que começou por citar os diversos problemas do País que era necessário resolver e deixando a promessa de reformas profundas, em estilo semelhante ao agora usado por Passos. Em conversa com amigos, no dia seguinte, disse que se o anterior governo tinha a desculpa de não saber de tais problemas, este deixou de ter tal desculpa e tornava-se mais responsável no de não lhes dar solução. Aquela declaração de conhecimento da situação real foi um passo arriscado.

Essa impressão que me ficou veio a tornar-se concreta quando, um ano depois, noutra «conversa em família», veio a repetir vários aspectos que continuavam à espera de solução, o que não podia ser interpretado senão como uma confissão de fracasso, de incapacidade para resolver os problemas que tinha mostrado conhecer.

Ter boas intenções e fazer promessas deliciosas, de nada serve se as realidades não vierem a mostrar competência, capacidade, vontade e coragem para as concretizar.

Para bem de Portugal e dos Portugueses, será bom que Passos Coelho consiga ter mais êxito do que teve Marcelo Caetano e torne realidade as suas promessas de profundas reformas, que o País precisa.

A memória diz também que Sócrates iniciou o seu primeiro governo com belas promessas de reformas mas, ao querer concretizá-las, errou na metodologia, agindo contra quem devia ter sido chamado a colaborar, como juízes, professores, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, militares e polícias.

Imagem de arquivo

sábado, 24 de dezembro de 2011

Natal

Natal
Em tempos remotos e no solstício de inverno, eram as festividades NATURAIS ao nascimento do Deus Sol ou seja o início do crescimento do tempo com SOL e diminuição do tempo com NOITE feitas pelos Homens, Mulheres e Crianças que habitavam o Planeta.
Posteriormente, cerca do século três D. CRISTO, foi “agarrado” pela Igreja Católica, para tentar a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, passando então, a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré, que se supõe ter nascido no ano 05…

NATAL É NASCIMENTO
Assim digo-vos:
     Tu és o Universo assim como uma parte do Universo.
 
          Tu és o Oceano e ao mesmo tempo uma gota no Oceano. 
 
          Larga o controle.
 
          O Oceano sabe onde te levar! 


        
NAMASTÉ




 
Simplesmente

E... VOEMOS LEVES COMO CRIANÇAS !!!


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Para lá da austeridade e da especulação da dívida

JÁ TEMOS MUITA FOME



L L L L L  NOS CINCO CONTINETES

Três economistas (um português, um espanhol e um grego) que vivem num dos países mais desenvolvidos da Europa (a Holanda) escrevem sobre o alastramento da crise da dívida soberana ao centro do continente e aquilo que ela implica.
ASSISTIMOS A UMA CRISE aparentemente sem fim. O que começou há três anos no mercado de hipotecas suprime nos EUA já se espalhou de tal forma que a unidade da Europa enquanto entidade política e económica é posta em causa. A continuidade da zona euro e a existência do euro como moeda comum estão em jogo. A dívida dos países tornou-se o tema mais quente nos debates económicos, ofuscando estrelas anteriores, como o preço do petróleo.
Actualmente, a imprensa insiste na urgência de se tomarem decisões importantes dentro da zona euro. Discutem-se as eurobonds e o papel do Banco Central Europeu. Há líderes europeus que pedem ao FMI que apoie o Fundo Económico de Estabilidade Financeira (FEEF), que em si nada mais é que uma enorme quantidade de dinheiro com a única finalidade de garantir o pagamento da insustentável dívida soberana de alguns países. Toda a atenção da UE está voltada para os países do Sul da Europa, procurando saber se serão capazes de respeitar os seus compromissos com os credores internacionais. A crise da dívida soberana é apresentada como o resultado de má gestão das finanças públicas, de corrupção, da baixa produtividade, de um sector público excessivamente grande e de um Estado-providência demasiado generoso nos países do Sul da Europa. Os meios de comunicação afirmam repetidamente que os europeus do Sul devem aplicar duras medidas de austeridade, porque estavam a viver acima das suas possibilidades reais. Como diz a imprensa, agora que "a festa acabou", têm de seguir as exigências dos governos do Norte da Europa, do FMI, do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia, a fim de receber "ajuda" na forma de novos empréstimos que lhes permitirão cumprir com os pagamentos das suas dívidas.
Mas é verdade que os europeus do Sul vivem acima de suas possibilidades? Desfrutam de mais benefícios sociais que os seus vizinhos do Norte? Um simples olhar para as estatísticas da OCDE revela que em 2010 os gregos trabalharam em média 2109 horas por ano, os portugueses 1714 horas e os espanhóis 1663 horas, enquanto os alemães e os holandeses trabalharam, respectivamente, 1419 e 1377 horas. Os gregos reformam-se, em média, com 61,9 anos, os espanhóis com 61,4 e os portugueses com 63,6 anos (os holandeses fazem-no com 62,1). As despesas sociais em percentagem do PIB são de 25% na Grécia, 23% em Portugal e 21% em Espanha, enquanto a média da UE- 15 é de 27%. Estes dados mostram um quadro muito diferente do que é mostrado na imprensa e que demonstra que o problema das economias do Sul da Europa não é beneficiarem de um estado de bem-estar muito generoso. Pelo contrário, talvez o fraco e incompleto bem-estar das economias do Sul da Europa seja uma das razões da sua estagnação económica actual.
Ao olhar para as consequências da aplicação de medidas de austeridade nos países do Sul da Europa, podemos avaliar se elas têm contribuído para superar a crise actual. A primeira medida que foi aplicada pelos governos foi a injecção de centenas de milhares de milhões de dólares nos seus bancos nacionais. O passo seguinte para o governo grego e posteriormente para os governos português e espanhol foi a aplicação de um pacote de austeridade tradicional, projectado pelo FMI com o apoio do BCE e da Comissão Europeia.
Nos países da Europa meridional, dezenas de milhares de funcionários públicos estão a ser despedidos, enquanto os restantes vêem os seus salários ser duramente reduzidos. Os programas de bem-estar e benefícios sociais, incluindo pensões de reforma, são abolidos ou cortados. As privatizações em larga escala, com preços muito abaixo do que poderíamos reconhecer como "preços de mercado", foram desencadeadas nas principais empresas públicas, incluindo abastecimento de água, cuidados de saúde ou educação pública. Todas estas medidas são aplicadas em países que já tinham um baixo nível de despesa pública em comparação com os seus homólogos europeus do Norte. Os impostos indirectos sobre o consumo, incluindo energia e alimentos, aumentaram dramaticamente, sem qualquer elemento de progressividade no que diz respeito ao rendimento. Essas políticas, que eufemísticamente têm o nome de "ajustamento" ou de "austeridade", não são apenas injustas, na medida em que afectam os grupos mais frágeis da sociedade, mas são também independentes da situação actual de desastre económico e irrelevantes para o resolver. Estas medidas são incapazes até de mitigar os efeitos da crise. Durante uma recessão económica, quando a produção e o consumo são baixos, o governo, em vez de aumentar, reduz os investimentos e os gastos públicos, o que tem como efeito uma espiral negativa no crescimento económico, cujos resultados são já visíveis: como consequência destas políticas, o PIB português irá diminuir 3% em 2011, enquanto a taxa de desemprego se vai aproximar de 14%; a contracção do PIB na Grécia foi de 3,5% em 2010 e deverá ser superior a 5,5% em 2011; em 2010, o PD3 espanhol recuou 0,2% e, embora seja esperado um crescimento de 0,7% em 2011, este aumento fica claramente aquém do crescimento necessário para reduzir o desemprego, que deve chegar a 23%, o mais elevado da UE (além disso, como o governo espanhol recém-eleito prometeu a aplicação das medidas de austeridade mais draconianas, a situação só vai piorar, como os casos português e grego demonstram). Além das injustas e ineficazes, estas medidas de austeridade têm sido sempre aplicadas contra a vontade da população. Houve uma mensagem permanente dos representantes de todos os grandes partidos - "Temos de acalmar os mercados" -, mostrando que todas as medidas económicas foram concebidas para satisfazer, não as necessidades do povo, mas as necessidades dos mercados e dos investidores internacionais e especialmente daqueles que tinham investido nas dívidas soberanas grega, portuguesa e espanhola.
Estas medidas de austeridade estão a concentrar ainda mais a riqueza entre os 1% mais ricos, que beneficiam das operações financeiras especulativas e das privatizações. E estão a gerar pobreza e miséria no Sul da Europa. É apenas uma questão de tempo até que as pessoas nos países do Norte europeu experimentem as mesmas consequências.
Na realidade, são crescentes as desigualdades na sociedade holandesa, tida como um dos exemplos europeus de coesão social. Por exemplo, o coeficiente de Gini, calculado pelo Eurostat, aumentou de 26 em 1999 para 27,2 em 2009. E são também preocupantes os níveis de desemprego e precariedade laboral entre os jovens holandeses: a taxa de desemprego para a população com menos de 25 aumentou de 5% em 2001 para 8,7% em 2010, de acordo com a Eurostat (trata-se do valor mais baixo da UE, mas ainda assim representa um incremento muito relevante); por outro lado, os trabalhadores a tempo parcial representavam 42,2% do emprego total em 2001 e chegaram a 48,9% em 2010 (de longe, o maior valor na UE); os trabalhadores com contratos temporários eram 14,3% em 2001 e passaram a 18,5% em 2010 (na União Europeia, só a Polónia, com 27,3%, e Portugal, com 23%, apresentaram valores mais elevados). Esta precariedade do emprego afecta sobretudo a população jovem, que está extremamente exposta às consequências negativas de uma possível recessão económica.
Além disso, as famílias holandesas são as mais endividadas da zona euro. A sua dívida ascende a mais de 240% do rendimento disponível (enquanto em Portugal esse valor é de 128,6% e a média da zona euro é de "apenas" 98,5%), o que revela a situação precária das aparentemente ricas famílias holandesas e como um aumento do desemprego ou das taxas de juros podem fazer descarrilar rapidamente a economia. Os efeitos da crise, ainda incipientes na Holanda, são apenas o começo do que se vai seguir se as políticas de austeridade actuais não forem abandonadas. Levar o dinheiro dos contribuintes do Norte da Europa para criar um "super fundo de estabilidade" não é a solução, uma vez que só beneficia os especuladores.

Nesta questão, um claro conflito de interesses emerge entre os poucos que beneficiaram enormemente da crise (e ao mesmo tempo procuram preservar o poder político nas suas mãos) e a grande maioria da população, que é obrigada a abdicar dos seus direitos para que se preserve o “statu-quo” político e económico.

Ouçam o que já dizia o Bonno em 2005 :


  

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

ACORDEM SERES HUMANOS !

O CLUB BILDERBEG

















OVNIS

HOJE: 2011/12/21

Este objecto move-se perpendicularmente ao horizonte da Terra.
No inicio, muitos dos OVNIs mostrados no vídeo em baixo podem ser explicados como satélites, ou até mesmo lixo espacial, quando se considera que a velocidade destes objetos chega até as dezenas de milhares de quilômetros por hora.
Contudo, no vídeo pode-se notar que alguns dos objetos estão em trajetória perpendicular ao horizonte da Terra, o que seria impossível em órbitas de satélite e lixo espacial.

Veja o(s) vídeo(s):








NÃO ESTAMOS SÓS







A Avaaz está com a bola toda

A Avaaz está com a bola toda, com 10,5 milhões de pessoas e crescendo rapidamente. Além disso, também estamos aprofundando nosso ativismo -- e com a combinação de números profundos e enormes, estamos ganhando, uma vez atrás da outra.
Não estamos apenas entregando efetivamente as petições, estamos estabelecendo esconderijos e rotas de infiltração para proteger os movimentos democráticos, desafiando corporações com ações judiciais ou convocando todos os seus acionistas, doando milhões para equipar os defensores de direitos humanos com a tecnologia mais recente, e entregando com impacto as vozes da nossa comunidade direta e pessoalmente aos presidentes, bilionários, embaixadores e ministros.
Está funcionando -- leia abaixo para saber como. Nas últimas semanas, por si só, nós ajudamos a conquistar vitórias em tudo, desde a proibição de bombas de fragmentação e as sanções à Síria até o salvamento da Internet e do tratado climático da ONU:


NA LINHA DE FRENTE DA PRIMAVERA ÁRABE


Wissam Tarif, um amigável ativista da Avaaz -- considerado "o homem mais perigoso do mundo" pelo brutal regime da Síria
A Avaaz tem estado no centro das lutas pela democracia no mundo árabe. Com US$ 1,5 milhões de financiamento feito por meio de pequenas doações de nossos membros, rompemos a censura que os ditadores tentaram impor quando expulsaram a mídia internacional - treinamos um grande número de jornalistas cidadãos e os provemos com tecnologia de alta ponta para divulgar informação. Os principais editores da BBC, CNN e Al Jazeera nos disseram que, em casos como o da Síria, a Avaaz tem sido a fonte de 30% de toda a cobertura de suas notícias!
Quando nenhuma outra organização poderia, a nossa rede conseguiu infiltrar mais de US$ 1 milhão de dólares de suprimentos de emergência vital para o alívio das comunidades que viviam sob um cerco brutal na Síria. Também retiramos ativistas e suas famílias, em risco de tortura ou morte, para fora do país. Nossos esconderijos secretos abrigam dezenas de ativistas, protegendo-os de bandidos do regime e dando-lhes uma base segura a partir da qual podem trabalhar. O regime assassino de Assad não está feliz com isso - a TV estatal síria chamou o nosso ativista de "o homem mais perigoso do mundo" para o regime.
Também combinamos o apoio na linha de frente aos movimentos democráticos com um lobby global feroz em nossos governos para pressionar os regimes brutais - milhões de membros da Avaaz apoiaram uma campanha bem-sucedida por poderosas sanções petrolíferas europeias e às sanções da Liga Árabe na Síria.

O PODER DAS PESSOAS VS A MÁFIA DE MURDOCH
Um membro da Avaaz veste a cabeça gigante de Murdoch num protesto em frente do Parlamento britânico. De Londres à Los Angeles, o Murdoch gigante apareceu em protestos em todo o mundo.
Pegamos o barão da mídia mais poderoso e perigoso do mundo, Rupert Murdoch, e vencemos.
Foi o maior negócio da carreira de Murdoch, aumentando o seu império de mídia global em 50% através da aquisição de uma enorme empresa baseada no Reino Unido - a BSkyB. Todos disseram que não poderiam pará-lo, mas os membros da Avaaz pensaram diferente, enviando 668.784 mensagens e fazendo 30.000 telefonemas para os membros do Parlamento Britânico, ações para chamar a atenção da mídia, bem como duas pesquisas de opinião que mostraram uma oposição pública maciça a Murdoch.
A Avaaz também foi a única organização a prometer legalmente desafiar o governo em tribunal, caso aprovassem as negociações de Murdoch. O ministro responsável pela aprovação do negócio ficou tão desconcertado que adiou a aprovação por meses, publicamente culpando a Avaaz. O atraso nos deu tempo para conscientizar as pessoas de um enorme escândalo de corrupção no império Murdoch, até que finalmente o acordo foi cancelado.
Não paramos por aí - nós precisamos reverter a ameaça de Murdoch e, fundamentalmente, reformar nossa mídia corrupta. Membros da Avaaz usaram nossa nova ferramenta para apelar a todos os acionistas das maiores empresas de Murdoch, NewsCorp e BSkyB, criando a maior rebelião acionista da história dessas empresas!
Na Austrália, onde Murdoch controla 70% da mídia impressa - nós ajudamos a derrotar a tentativa de Murdoch para arrebatar um contrato de TV de 223 milhões de dólares de uma emissora pública da Austrália e pressionamos o governo a criar uma investigação de longo alcance sobre Murdoch e a reforma da mídia.

O PROTESTO GLOBAL QUE SALVOU A AMAZÔNIA

Os líderes da marcha terminaram seus discursos apontando para a bandeira da Avaaz e afirmando: "Temos o apoio de todo o mundo!"
Meio milhão de nós se juntaram a mais de 1.000 manifestantes indígenas para exigir que o presidente boliviano, Evo Morales, suspendesse a construção de uma rodovia que cortaria o coração da Amazônia.
A equipe da Avaaz entregou nossa petição para ministros bolivianos em uma reunião longa e tempestuosa. Nossa solidariedade generalizada reforçou a legitimidade dos manifestantes indígenas que Morales tentou marginalizar e ameaçou a reputação de Morales como ambientalista.
A pressão funcionou! Depois da nossa campanha, Morales cancelou a construção, revogou a decisão que concederia permissão para o projeto e se comprometeu a proteger o impactado TIPNIS - parque nacional e território indígena - a jóia da coroa da Amazônia boliviana, para sempre! Vamos fazer ele cumprir essa promesa.


VITÓRIA SOBRE AS BOMBAS DE FRAGMENTAÇÃO!

Nossa enorme petição foi entregue por uma vítima das bombas de fragmentação para o representante francês da conferência

Três anos atrás, a Avaaz mobilizou seus membros para pressionar a proibição global sobre bombas de fragmentação, salvando milhares de crianças. Este ano, os EUA discretamente fizeram um lobby com outras nações para assinar uma nova lei que teria permitido o seu uso novamente! Nossa poderosa petição de 600.000 assinaturas ajudou a pressionar 50 países a se oporem aos planos dos EUA.
Muitos delegados usaram a nossa petição para fortalecer seus argumentos nas negociações. Nossa poderosa bandeira, colocada fora da sala de conferência - em conjunto com 1000 folhetos que a equipe da Avaaz colou por todo o centro de conferências - foi um lembrete inconfundível para os negociadores sobre a oposição que enfrentariam ao voltar para casa. A iniciativa dos EUA falhou - juntos ajudamos a salvar a vida de milhares de civis inocentes.

 
MUDANÇAS CLIMÁTICAS: MANTENDO A ESPERANÇA VIVA

Mais de 800.000 membros da Avaaz lutaram para salvar o Protocolo de Quioto na conferência climática da África do Sul

Nos momentos críticos das conversações sobre o clima em Durban, mais de 800.000 de nos ajudaram a salvar o acordo climático da ONU de um grupo de poluidores determinados a acabar com o tratado. Nossa equipe na África do Sul entregou dia após dia nossa mensagem através de ações contundentes como este anúncio no Financial Times -- lançado no último dia das tensas negociações. Apesar da pressão maciça dos assassinos do planeta apoiados pelo petróleo, como os EUA e Canadá, um acordo foi feito para salvar o vital Protocolo de Quioto e nos dar a oportunidade de lutar pela continuação das negociações climáticas.
A Chefe do Clima da União Européia, Connie Hedegaard, disse: "Obrigada às mais de 800.000 pessoas de todo o mundo - suas vozes tiveram um impacto vital no final das negociações."

 OPONDO-SE À CORRUPÇÃO NA ÍNDIA


Membros da Avaaz fazem campanha contra a corrupção na Índia.
A campanha anti-corrupção da Avaaz na Índia foi a campanha mais viral da história da Internet! Em apenas 36 horas, mais de 700.000 indianos se juntaram à petição para apoiar uma forte lei anti-corrupção chamada Jan Lokpal! Nós fizemos marchas em todo o país, erguemos contundentes outdoors em toda a Índia e lançamos uma pesquisa independente que mostrou que a maioria dos eleitores indianos queriam um Lokpal ambicioso.
Nós ajudamos a ganhar esta etapa - um projeto de lei está chegando ao Parlamento agora! O jornal The Times of India chamou a Avaaz de "um jogador chave na iniciativa Jan Lokpal."

 
ITÁLIA - A VITÓRIA PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO



Membros da Avaaz e a ativista da Avaaz Giulia Innocenzi protestam contra os limites à liberdade de expressão
Durante seus últimos meses no poder, o Primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, tentou amordaçar a democracia, permitindo que o governo paralisasse os sites da Internet por um capricho. Nossa comunidade lutou e venceu!
Membros italianos enviaram 200 mil e-mails e inundaram o Facebook e Twitter com mensagens. Nós mobilizamos contundentes manifestações públicas cobertas pela mídia e arquivamos a lei para sempre! Agora a democracia italiana está livre de Berlusconi - e estamos seguindo em frente!

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Essas são apenas algumas das vitórias que conseguimos alcançar nas últimas semanas. Desde o seu nascimento, há 5 anos, a Avaaz já lançou mais de 1000 campanhas! E, na medida em que nossa comunidade cresce e aprofunda nosso comprometimento, estamos vencendo em mais campanhas. Se continuarmos nesse ritmo, e continuarmos a acreditar e ter esperança na mudança e em um ao outro, qualquer coisa é possível.
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Pessoalmente deixo eu aqui "só" isto :

e... OS CULPADOS !!!